A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com equipes do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), realizou na manhã desta segunda-feira (12) uma série de ações de limpeza e zeladoria urbana em diferentes pontos da cidade. A iniciativa atendeu demandas diretas da população e reforçou o trabalho rotineiro de manutenção dos espaços públicos.
Um dos locais atendidos foi a EQNN 6/8, onde moradores relataram acúmulo de sujeira. No trecho, as equipes promoveram a retirada de lixo e entulho, roçagem do mato e a desobstrução da passagem de pedestres, que estava parcialmente comprometida.
120 toneladas retiradas em apenas cinco dias
Somente na última semana, em um intervalo de cinco dias, foram retiradas cerca de 120 toneladas de lixo e entulho das vias públicas de Ceilândia. Entre os serviços executados, houve limpeza manual na EQNN 204, em Ceilândia Sul, e a remoção de grandes volumes de resíduos na QNN 11 – Área Especial, em Ceilândia Norte.
Outros pontos também receberam atenção das equipes. No Conjunto I da QNM 22, na QNM 14 – Área Especial e na QNN 12 – Área Especial, todas em Ceilândia Sul, foram removidas aproximadamente 24 toneladas de resíduos. Áreas próximas à linha do metrô, tanto na parte Sul quanto na Norte da cidade, também foram contempladas pelas ações.
Trabalho diário e apelo à população
O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, destacou que o serviço ocorre de forma contínua. “Ceilândia recebe limpeza diariamente. Nossas equipes estão nas ruas todos os dias, atendendo diferentes regiões da cidade, inclusive áreas próximas à linha do metrô, tanto na parte Sul quanto na Norte”, afirmou.
Segundo ele, apesar do esforço permanente do poder público, a manutenção da cidade depende também do comportamento da população. “É um trabalho contínuo, mas que depende da colaboração dos moradores para manter a cidade limpa”, ressaltou.
A Administração Regional de Ceilândia, junto aos órgãos parceiros, reforça o pedido para que a comunidade evite o descarte irregular de resíduos em vias públicas. Além de gerar multas ao infrator, a prática compromete o sistema de drenagem urbana e afeta diretamente o bem-estar coletivo. A orientação é utilizar os pontos adequados de coleta e denunciar irregularidades.

