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quarta-feira, 4 fevereiro 2026, 12:45:06
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Feiras do DF recebem R$ 56 milhões em obras e manutenção

Publicado em:

Repórter: Jeferson Nunes

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Tradicionais polos de comércio, convivência e identidade cultural, as feiras públicas do Distrito Federal seguem como peças-chave no abastecimento alimentar, na geração de renda e na preservação da memória regional. Espalhados pela maioria das regiões administrativas, esses espaços conectam produtores e consumidores e garantem acesso a alimentos frescos, com preços mais acessíveis.

Entre 2021 e 2025, o Governo do Distrito Federal (GDF) realizou 22 intervenções em feiras públicas, com investimento de aproximadamente R$ 56,3 milhões. As ações envolveram construção de novas estruturas, reformas completas, ampliações, modernizações e serviços contínuos de manutenção, voltados à melhoria da infraestrutura e das condições de trabalho dos feirantes. As obras foram executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap).

Obras alcançam feiras em diversas regiões

No período, foi construída uma nova feira no Riacho Fundo II, enquanto outras 21 unidades passaram por serviços de manutenção já concluídos. Entre elas estão feiras-modelo e centrais do Riacho Fundo, Riacho Fundo II, Brazlândia, P Norte, P Sul, Setor O, Guariroba, Central de Ceilândia, duas em Planaltina — de confecções e de hortifrutigranjeiros — além de Núcleo Bandeirante, Sobradinho e Gama.

Também receberam reparos feiras permanentes de São Sebastião, Ceilândia, Taguatinga (QNL/QNJ), Gama, Sobradinho II, Guará, Candangolândia, Samambaia (QN 202 e QN 210) e M Norte.

As intervenções variaram conforme a necessidade de cada espaço. Incluíram pintura geral, revisão de instalações elétricas e hidrossanitárias, pintura de alambrados, conservação de banheiros e manutenção de telhados. Mesmo as feiras que passaram por melhorias mais robustas seguem recebendo manutenção periódica, por meio de contratos continuados, conforme a demanda e o grau de criticidade.

Novas obras e investimentos em andamento

Os serviços não param. Atualmente, está em construção a Feira de Santa Maria, com investimento estimado em R$ 14 milhões. Além disso, passam novamente por manutenção as feiras permanentes de São Sebastião, Cruzeiro, Riacho Fundo II, P Norte, Paranoá, Candangolândia e QNL/QNJ, em Taguatinga.

Outros equipamentos também recebem atenção, como o Shopping Popular de Taguatinga Sul, a Feira de Hortifruti de Planaltina, a Feira do Produtor de Ceilândia e a Feira da Torre de TV. O conjunto dessas ações soma R$ 14 milhões em investimentos.

Segundo o chefe do Departamento de Projetos da Novacap, Paulo César Bastos, os esforços do GDF buscam melhorar as condições de trabalho dos feirantes e a experiência do público. “Essas medidas são fundamentais para garantir qualidade de vida no ambiente de trabalho e, ao mesmo tempo, atrair os usuários, potencializando o comércio nesses espaços”, afirmou.

Projetos futuros ampliam a rede de feiras

A Novacap mantém em fase de licitação o projeto de construção da Feira do Paranoá. Já as feiras do Jardim Botânico, Itapoã, Arniqueira, Recanto das Emas e Águas Claras estão em fase de elaboração de projetos. Também há previsão de reforma da Feira da Torre de TV.

As propostas seguem etapas técnicas e administrativas, como estudos preliminares, definição de escopo e planejamento orçamentário, necessários antes do início das obras.

Espaço de identidade e convivência

Para o morador de Ceilândia e frequentador assíduo da feira central da cidade, Elias José, de 66 anos, as feiras refletem a diversidade que moldou a capital federal. “Frequentar feira é uma tradição antiga para mim. Gosto de ir todos os fins de semana. É um espaço que reúne gente de todos os estados e gerações. Quando é bem cuidada e organizada, fica melhor para quem frequenta e para quem trabalha”, resume.

Em meio a reformas, novos projetos e manutenção constante, as feiras do DF seguem firmes como ponto de encontro, sustento e identidade cultural — agora com estrutura mais digna para quem vende e mais conforto para quem compra.

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