DF amplia hemodiálise e eleva vagas em Taguatinga e Gama
Pacientes renais do Distrito Federal ganharam mais espaço para tratar uma rotina que não espera: a rede hospitalar ampliou a oferta de hemodiálise com a reestruturação dos setores de nefrologia do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e do Hospital Regional do Gama (HRG). Com isso, a capacidade conjunta saltou de 70 para 180 vagas, alta de 157%, segundo o Governo do DF.
A Secretaria de Saúde atribui o avanço a obras e modernização tecnológica, incluindo troca de máquinas e atualização do sistema de tratamento de água usado no procedimento.
Investimento e equipamentos puxam expansão na rede
De acordo com a divulgação oficial, o GDF investiu R$ 4,7 milhões na aquisição de 75 novas máquinas de hemodiálise para reforçar o atendimento na rede pública, com parte destinada ao HRT.
Além disso, a Secretaria de Saúde informa que modernizou o “parque tecnológico” e trocou o sistema de osmose, etapa central para a segurança da hemodiálise.
Taguatinga concentra maior salto: 50 para 140 vagas
No HRT, a nefrologia passou por reforma completa e recebeu novos pontos de hemodiálise, adequações elétricas e a troca integral do sistema de osmose.
Segundo a Secretaria de Saúde, a capacidade da unidade aumentou de 50 para 140 vagas, após a modernização e a chegada de novas máquinas.
O governo também divulgou que o espaço registrou 6.538 atendimentos em hemodiálise no ano anterior à entrega.
No Gama, vagas dobram e suporte chega à emergência e UTI
No HRG, o novo setor começou a receber pacientes na quarta-feira (11), segundo a pasta.
A reestruturação incluiu troca do sistema de osmose, compra de máquinas, monitores, poltronas e adequações de infraestrutura.
Com isso, a capacidade oficial hospitalar dobrou de 20 para 40 vagas. Além das vagas regulares, o hospital passou a oferecer suporte dialítico para dois pacientes por turno no box de emergência e ampliou o atendimento para 20 leitos de UTI com suporte para hemodiálise, conforme a Secretaria de Saúde.
Por que o sistema de água pesa na segurança do tratamento
A comunicação do GDF destaca o papel do sistema de osmose reversa no procedimento, já que ele purifica a água utilizada na hemodiálise e reduz riscos para pacientes com insuficiência renal.
Por isso, a troca do sistema aparece como um dos eixos da reestruturação anunciada para Taguatinga e Gama.

