back to top
24 C
Brasilia
quarta-feira, 21 janeiro 2026, 14:36:10
Publicidade
Publicidade

Brasil empata sem brilho com Equador em estreia de Ancelotti nas Eliminatórias

Publicado em:

Reporter: Janaina Lemos

Notícias relacionadas

Buscas por duas crianças no Maranhão chegam ao 12º dia

As buscas por duas crianças desaparecidas em um quilombo...

Vacina brasileira contra dengue imunizará profissionais do SUS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou neste domingo...

Seca persiste em SP e ameaça abastecimento no primeiro trimestre

A chuva segue abaixo da média histórica em praticamente...

Morre Raul Jungmann, ex-ministro e presidente do IBRAM

O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) informou neste domingo...

Bolsa Atleta abre inscrições e oferece bolsas até R$ 16,6 mil

As inscrições para o programa Bolsa Atleta começam nesta...
Publicidade

A estreia de Carlo Ancelotti no comando da Seleção Brasileira terminou sem gols e sem empolgar. Em partida válida pela 14ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026, o Brasil ficou no 0 a 0 contra o Equador, nesta quinta-feira (5), em Guayaquil.

Apesar do clima de expectativa com a chegada do técnico multicampeão europeu, a equipe brasileira produziu pouco ofensivamente. Durante os 90 minutos, o time finalizou apenas duas vezes com real direção ao gol, deixando a desejar no setor criativo.

Com o resultado, a Seleção chegou a 22 pontos e se manteve na quarta colocação, sete pontos à frente da Venezuela, que ainda jogará na rodada.

Estreia discreta e jogo truncado

Carlo Ancelotti se tornou o quarto técnico estrangeiro a comandar a Seleção Brasileira. Estreando de terno e gravata, não parou de gesticular à beira do campo e chegou a reclamar com a arbitragem ao fim do jogo, quando o juiz encerrou a partida durante um ataque brasileiro.

O primeiro tempo foi morno. O Equador teve maior posse e presença no campo ofensivo, mas foi o Brasil quem teve as melhores (ainda que raras) oportunidades. Aos 21 minutos, Gerson desperdiçou um bom momento ao preferir o passe a Vini Jr. em vez de chutar. Depois, Vanderson perdeu outra chance ao falhar no domínio, mesmo livre dentro da área.

O Equador respondeu com Yeboah, que obrigou Alisson a trabalhar em finalização de fora da área.

Segundo tempo sem mudanças

Na etapa final, a Seleção manteve o mesmo esquema e a falta de inspiração. As jogadas pelas pontas com Vini Jr. e Estêvão seguiram sendo a principal aposta, mas com pouco efeito prático. A melhor oportunidade brasileira veio aos 30 minutos, com chute rasteiro de Casemiro defendido por Valle.

No lance seguinte, Estupiñán arriscou para o Equador, que passou a pressionar mais até o fim do jogo, empurrando o Brasil para o campo defensivo. Faltou, porém, qualidade nas finalizações. O nervosismo tomou conta dos minutos finais, e a partida terminou sob vaias discretas da torcida local.

Curiosidade inusitada: zagueiro virou “operário”

Um momento insólito marcou o segundo tempo: uma das bandeirinhas de escanteio caiu, e a organização não conseguiu resolver.
A solução? Chamaram o zagueiro Alex, que foi o responsável por “reinstalar” o equipamento — cena que arrancou risos do público e dos colegas em campo.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.