Publicidade
InícioBrasíliaSaúde DFDF endurece regras para clínicas de estética e mira segurança

DF endurece regras para clínicas de estética e mira segurança

Publicado em

Reportagem:
Jeferson Nunes

Cobertura relacionada

Festa do Morango terá vacinação neste sábado (05/09)

Vacinação será oferecida na Festa do Morango, em Brazlândia, e em outros pontos do DF neste sábado.

Vacinação terá 48 pontos abertos neste sábado (12/09)

Vacinação no DF terá 48 pontos no sábado (12), sem atendimento no domingo e com salas regulares retomadas na segunda. Veja onde ir.

Hospital de Base aos 66 anos, porta da alta complexidade

Hospital de Base completa 66 anos como peça central da alta complexidade no DF, reunindo atendimento, ensino e memória pública.

Procedimento estético invasivo em salão pode virar risco à saúde

Estética segura depende de licença sanitária, profissional habilitado e produto regularizado. Veja riscos em salões de beleza.

Rede de Imunobiológicos para Pessoas com Situações Especiais

Vacinas especiais ganham rede oficial no DF, com solicitação pela UBS, avaliação técnica e aplicação próxima ao usuário.

Samu 192 ou Bombeiros 193 saiba qual número acionar

Guia explica quando acionar Samu 192 ou Bombeiros 193 no DF e quais informações passar durante a ligação.
Publicidade

A Vigilância Sanitária do Distrito Federal, órgão da Secretaria de Saúde (SES-DF), atualizou a regulação que trata sobre licença e funcionamento dos serviços de estética no DF. A Instrução Normativa nº 01 foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal nesta quarta-feira (14).

O documento define os requisitos sanitários para os estabelecimentos que executam procedimentos estéticos invasivos ou não, classificados nos graus de risco II ou III, conforme declaração emitida pelo responsável legal do estabelecimento.

“Essa normativa traz um novo foco, incluindo a segurança do paciente. Com critérios baseados em risco potencial, atuamos como parceira da sociedade e dos profissionais qualificados, garantindo que a inovação tecnológica da estética ocorra de mãos dadas com a biossegurança e a ética”, afirma a diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé.

O que muda com a classificação de risco

O grau de risco II, considerado médio, envolve técnicas que utilizam tecnologias mais complexas, exigem ambientes controlados e atuação de profissionais de saúde habilitados. Já o de risco III, classificado como alto, abrange procedimentos invasivos, com rompimento da barreira da pele ou maior profundidade, demandando critérios ainda mais rigorosos e vistoria prévia da Vigilância Sanitária.

De acordo com a gerente de Saúde da Vigilância Sanitária, Ana Paula Prudente, a norma funciona não apenas como instrumento de fiscalização. “É também uma orientação para que os próprios serviços adotem rotinas mais seguras, reduzam riscos e promovam a melhoria contínua da qualidade no atendimento, beneficiando diretamente os usuários”.

As atividades enquadradas como grau de risco I, que correspondem a procedimentos não invasivos e sem uso de injetáveis, executados por profissionais da beleza, estetas e cosmetólogos, permanecem regulamentadas pela Instrução Normativa n.º 28/2021.

Documentos exigidos e penalidades

Para obter o licenciamento sanitário, os locais devem apresentar plano de segurança do paciente, protocolos de atendimento a intercorrências clínicas e de urgência e emergência, projeto básico de arquitetura aprovado e relação nominal dos profissionais, com comprovação de habilitação junto aos respectivos conselhos.

O descumprimento das disposições da instrução normativa configura infração sanitária e sujeita o infrator às penalidades previstas na Lei Federal nº 6.437/1977 e na Lei Distrital nº 5.321/2014.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.