Publicidade
InícioBrasíliaTaíza Braga aposta em cobogós para compor ambientes residenciais

Taíza Braga aposta em cobogós para compor ambientes residenciais

Publicado em

Cobertura relacionada

Táxis no BRT Sul colocam GDF diante de teste

GDF quer testar táxis no BRT Sul, taxistas buscam acesso ao corredor e população deve cobrar prioridade ao transporte coletivo.

Sol Nascente troca o barro pela urbanização no DF

Sol Nascente/Pôr do Sol avança em urbanização com mais de R$ 630 milhões em obras, pavimentação e expansão de serviços no DF. Divulgação/Administração Regional do Sol Nascente

Planaltina e Lago Sul temporariamente sem luz em 01/10

Áreas de Planaltina e Lago Sul terão desligamento programado de energia nesta quinta-feira para poda e modernização da rede.

GDF investe R$ 1,8 milhão em obras urbanas em São Sebastião

Com investimento de R$ 1.874.552, o Governo do Distrito...

Última parcela do IPVA vence nesta semana no Distrito Federal

IPVA 2026 chega à última parcela no Distrito Federal. Veja o calendário por final de placa e o caminho oficial para emitir a guia.

Caçambas no DF exigem autorização e regras para uso

Caçambas DF exigem autorização, CTR, sinalização e distância mínima para uso em área pública. Entenda regras e responsabilidades.
Publicidade

Elementos arquitetônicos harmoniosos trazem charme, sofisticação e elegância para as construções residenciais. Para celebrar o Dia do Arquiteto e Urbanista, no próximo dia 15, a arquiteta Taíza Braga, que atua em projetos arquitetônicos e de interiores residenciais e comerciais, com foco em conforto e funcionalidade, traz orientações de um elemento moderno e que pode ser considerado uma tendência no universo arquitetônico: o cobogó. “De forma leve e natural, a divisória de cobogós permite trazer luz natural e ventilação ao ambiente, sem perder a privacidade.”, explica a arquiteta.

Historicamente, o cobogó surgiu na década de 1920, em Recife, e teve seu nome oriundo da junção da primeira sílaba dos sobrenomes de seus criadores. São um legado da cultura árabe, baseado nos muxarabis – construídos em madeira, e geralmente, eram utilizados para fechar parcialmente os ambientes internos.

Construídos primeiramente em cimento, a partir da década de 50, passaram a ser produzidos com a matéria prima argila e vidro. Além de gerar uma ventilação, o cobogó traz o ar de modernidade e uma luminosidade natural.

Na Capital Federal, por exemplo, a Biblioteca Nacional de Brasília, de Oscar Niemeyer, é um exemplo clássico de uma construção elaborada com o uso do cobogó.

Outro exemplo clássico, são os prédios residenciais criados em tijolinhos furados que mostram como o cobogó é uma aposta arquitetônica presente na cidade. No Plano Piloto, por exemplo, a grande maioria dos prédios possui essa estrutura com cobogó.

O elemento continua sendo uma tendência e é a sugestão da arquiteta Taíza Braga, que explica que além da função estética, seu uso atende a várias premissas da arquitetura sustentável, como ventilação e iluminação natural.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.