A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) começou fevereiro com rearranjo no tabuleiro interno. O bloco PSOL/PSB oficializou a deputada Dayse Amarílio (PSB) como líder e o deputado Max Maciel (PSOL) como vice-líder, com publicação no Diário da Câmara Legislativa (DCL) de 5 de fevereiro de 2026.
No PT, a bancada escolheu o deputado Chico Vigilante como líder e o deputado Ricardo Vale como vice-líder. Além disso, a liderança da Minoria ficou com Gabriel Magno, tendo Ricardo Vale como vice. A indicação consta no DCL de 4 de fevereiro de 2026.
O que mudou no bloco PSOL/PSB
A troca no bloco PSOL/PSB não é detalhe burocrático: ela define quem fala “por todos” em plenário e nas negociações de bastidor. E, em Brasília, bastidor é onde metade do jogo acontece — a outra metade é o discurso para a plateia.
PT redefine comando e Minoria
No PT, o desenho é duplo: liderança da bancada e liderança da Minoria. Isso organiza quem responde, cobra, negocia e, quando convém, trava pauta. Portanto, a escolha de nomes sinaliza prioridades e estilo de atuação para 2026.
Para que serve um líder na CLDF
Pelo Regimento Interno da CLDF, o líder é o deputado indicado pelos pares para representar a bancada ou bloco, inclusive para encaminhar posições e falar em nome do grupo. Em outras palavras: quando o líder abre a boca, a bancada inteira “assina embaixo”.
Por que isso importa agora
Mudança de liderança costuma parecer “nota de rodapé”. Só que, na prática, é termômetro de estratégia: quem lidera organiza discurso, costura voto e escolhe briga. E, convenhamos, na política local, briga bem escolhida vale mais do que discurso bonito.

