back to top
24 C
Brasilia
sábado, 7 março 2026, 11:46:15
Publicidade
Publicidade
InícioBrasilPolíticaCâmara aprova fim de testes em animais para cosméticos

Câmara aprova fim de testes em animais para cosméticos

Publicado em:

Reporter: Marta Borges

Notícias relacionadas

Jato de campanha de Nikolas é do Vorcaro

Uso do jato PT-PVH em 2022 liga Nikolas e pastor a caravana pró-Bolsonaro; operadora nega vínculo patrimonial. © Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados

Senado aprova ampliação da licença-paternidade

Projeto aprovado no Senado amplia gradualmente a licença-paternidade para até 20 dias e cria o salário-paternidade. © Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil

Lula cria gabinete em Juiz de Fora e promete moradia

Lula anuncia compra assistida e gabinete federal em Juiz de Fora para acelerar moradia e reconstrução na Zona da Mata. © Tânia Rego/Agência Brasil

Pena se cumpre, conforto se limita e espetáculo não decide processo

O Supremo Tribunal Federal decidiu trocar o palco do...

Governo estuda Brasil Soberano 2

Governo estuda plano tipo Brasil Soberano 2 para apoiar empresas da Seção 232 afetadas por tarifas dos EUA. © Paulo Pinto/Agência Brasil
Publicidade

A Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira (9) um projeto de lei que proíbe o uso de animais vertebrados vivos em testes de ingredientes ou produtos de higiene pessoal, cosméticos e perfumes. A medida, que visa averiguar perigo, eficácia ou segurança desses itens, segue agora para a sanção presidencial.

A proposta altera a Lei 11.794/08, que já regulamenta o uso científico de animais. Com as novas mudanças, dados de testes feitos em animais não poderão mais ser usados para autorizar a comercialização desses produtos no Brasil.

 

Exceções e restrições para empresas

Há uma exceção: dados de testes em animais poderão ser usados apenas se obtidos para cumprir regulamentações que não sejam relacionadas à área cosmética. Para isso, as empresas interessadas precisarão apresentar provas documentais do propósito não cosmético do teste.

Além disso, fabricantes que obtiverem essa permissão para usar novos dados de testes com animais não poderão incluir em seus rótulos frases como “não testado em animais”, “livre de crueldade” ou expressões similares.

 

Avanço ético e científico

Para o relator do projeto, deputado Ruy Carneiro (Pode-PB), manter a experimentação animal seria um retrocesso. Ele destacou que “métodos substitutivos ao uso de animais – como modelos computacionais, bioimpressão 3D de tecidos, organoides e culturas celulares – vêm se consolidando como ferramentas confiáveis, éticas e muitas vezes mais eficazes”.

O projeto também permite a venda de produtos e ingredientes que já foram testados em animais antes da data de entrada em vigor da nova lei.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.