back to top
24 C
Brasilia
sábado, 28 março 2026, 06:34:10
Publicidade
Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeCoquetel de anticorpos previne em 87% evolução para caso grave da Covid

Coquetel de anticorpos previne em 87% evolução para caso grave da Covid

Publicado em:

CNN

Notícias relacionadas

Ministério da Saúde registra 13 casos suspeitos do coronavírus

O Ministério da Saúde atualizou, nesta sexta-feira (31), as...

Caso de sarampo reacende alerta por vacinação no Brasil

Caso de sarampo em bebê de 6 meses reacende alerta para coberturas vacinais e risco de transmissão a crianças ainda sem proteção. Batalhão da BGP em treinamento

Oropouche pode ter até 200 casos reais por notificação

Estudo indica que a febre do Oropouche pode ter até 200 casos reais para cada notificação e já pode ter infectado 5,5 milhões no Brasil. © Bruna Lais Sena do Nascimento/Laboratório de Entomologia Médica/SEARB/IEC

Farmácia Viva do DF produz medicamento natural

As plantas medicinais são aliadas poderosas na promoção da...

MEC impõe sanções a cursos de medicina com nota baixa

MEC aplicou sanções e supervisão a cursos de medicina com desempenho insatisfatório no Enamed 2025, com corte de vagas e restrições ao Fies e Prouni. © Marcelo Camargo/Agência Brasil
Publicidade

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso de um novo coquetel para tratar a Covid-19. É uma combinação de dois anticorpos diferentes, da farmacêutica Eli Lilly, indicado em casos leves e moderados da doença.

Em entrevista à CNN nesta sexta-feira (14), a professora de imunologia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e do Comitê Científico da Sociedade Brasileira de Imunologia (SBI), Ana Maria Caetano, explicou que o medicamento preveniu em 87% a evolução para casos graves do novo coronavírus.

“Esse remédio é a combinação de dois anticorpos monoclonais, que são produzidos em laboratório e tentam imitar os anticorpos neutralizantes que faríamos naturalmente e que neutralizariam o vírus. Eles são direcionados exatamente para aquela proteína Spike, que liga o vírus à entrada da célula, e por isso tem esse efeito de impedir a infecção. O estudo de fase 3 mostra que ele é 87% eficaz, ou seja, preveniu em 87% a evolução para casos graves, como para hospitalização e necessidade de oxigênio”, disse Ana Maria.

A especialista falou ainda sobre as recomendações para o uso do coquetel. Segundo ela, ele só pode ser usado em ambiente de laboratório, pois a aplicação deve ser feita de forma endovenosa. Além disso, explicou ela, o uso do medicamento está restrito para o início da doença e somente para pessoas com comorbidades.

“Não pode ser administrado em paciente que está hospitalizado e com problema de oxigenação porque os anticorpos nesse momento podem ter um efeito contrário, que é piorar o avanço inflamatório da doença.”

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.