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DF inova no rastreamento de câncer de colo do útero

Publicado em:

Reporter: Jeferson Nunes

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As Unidades Básicas de Saúde (UBSs) do Distrito Federal começam a oferecer o teste molecular de DNA-HPV, uma tecnologia de ponta para o rastreamento do câncer de colo do útero. O lançamento oficial ocorreu na UBS 7 de Samambaia, unidade piloto da iniciativa, que deve beneficiar mais de 167 mil mulheres no DF.

A ação faz parte do programa Agora Tem Especialistas, do Ministério da Saúde, em parceria com a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). O principal objetivo é reduzir a espera por exames e consultas, garantindo um diagnóstico precoce e mais eficaz no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Como cirurgião oncológico, sei o sofrimento que o câncer causa. Nosso intuito é erradicar casos graves e evitar que mulheres cheguem ao pronto-socorro com tumores avançados”, afirma André Luiz de Queiroz, superintendente da Região de Saúde Sudoeste.

Tecnologia e acesso facilitado

Produzido pela Fiocruz, o teste de DNA-HPV é considerado o “padrão-ouro” mundial. Ele é capaz de identificar 14 genótipos do vírus antes mesmo que lesões ou o câncer apareçam, aumentando significativamente as chances de cura. O exame, que substitui o Papanicolau gradativamente, precisa ser feito a cada 5 anos.

A coleta é similar à do Papanicolau, mas a amostra é colocada em um tubo que vai para análise laboratorial, buscando o DNA do vírus. Segundo Fernando Erick Moreira, coordenador da SES-DF, a tecnologia aproxima o serviço de quem mais precisa, “fortalecendo a atenção primária como porta de entrada” no sistema de saúde.

O HPV pode provocar lesões que evoluem para câncer, sendo o de colo do útero o terceiro mais comum entre as mulheres no Brasil, com cerca de 17 mil novos casos por ano. O teste é voltado para mulheres cis, homens trans e pessoas não binárias na faixa etária de 25 a 64 anos.

Para ter acesso ao exame, basta procurar a UBS de referência. A iniciativa é um passo importante na prevenção e no combate ao câncer, com a meta de alcançar todo o país até 2026, segundo o Ministério da Saúde.

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