back to top
24 C
Brasilia
sábado, 28 março 2026, 11:02:06
Publicidade
Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeHospital de Santa Maria ganha espaço TEA

Hospital de Santa Maria ganha espaço TEA

Publicado em:

Reporter: Jeferson Nunes

Notícias relacionadas

Caso de sarampo reacende alerta por vacinação no Brasil

Caso de sarampo em bebê de 6 meses reacende alerta para coberturas vacinais e risco de transmissão a crianças ainda sem proteção. Batalhão da BGP em treinamento

MEC impõe sanções a cursos de medicina com nota baixa

MEC aplicou sanções e supervisão a cursos de medicina com desempenho insatisfatório no Enamed 2025, com corte de vagas e restrições ao Fies e Prouni. © Marcelo Camargo/Agência Brasil

Ministério da Saúde registra 13 casos suspeitos do coronavírus

O Ministério da Saúde atualizou, nesta sexta-feira (31), as...

Oropouche pode ter até 200 casos reais por notificação

Estudo indica que a febre do Oropouche pode ter até 200 casos reais para cada notificação e já pode ter infectado 5,5 milhões no Brasil. © Bruna Lais Sena do Nascimento/Laboratório de Entomologia Médica/SEARB/IEC

Farmácia Viva do DF produz medicamento natural

As plantas medicinais são aliadas poderosas na promoção da...
Publicidade

Em um avanço para o atendimento humanizado, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) inaugurou, nesta terça-feira (28), o Espaço Humanizar TEA no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Este é o primeiro ambiente sensorial da rede pública do Centro-Oeste dedicado exclusivamente a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O local foi projetado para ser um refúgio: o design busca reduzir drasticamente os estímulos visuais e sonoros, oferecendo tranquilidade e bem-estar aos pacientes e acompanhantes durante a espera hospitalar.

Parceria e inclusão

A iniciativa é um exemplo de união entre setor público e privado. A primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, foi essencial na articulação, garantindo que a GPS Foundation doasse integralmente todos os itens do espaço, resultando em custo zero para o hospital.

“É impossível pensar em prosperidade sem a junção do setor público, privado e da sociedade civil. Quando há união, tudo nasce mais rápido. Este é mais que um espaço: é um gesto de acolhimento e inclusão”, destacou Mayara Noronha Rocha.

O projeto nasceu da observação da superintendente do HRSM, Eliane Abreu, sobre as dificuldades enfrentadas por famílias atípicas em longas esperas.

A Voz das famílias atípicas

Mães e cuidadores celebraram a novidade, reconhecendo o impacto direto na rotina de crianças neurodivergentes.

Naiara Roque, empresária e mãe autista de dois filhos autistas, ressaltou a importância da adaptação. “Uma sala de espera adaptada faz toda a diferença para evitar crises e desconfortos. Ver o serviço público acolhendo essa causa faz o coração das famílias transbordar de alegria”.

A importância do espaço vai além da espera. Em casos específicos, as equipes médicas e multiprofissionais poderão realizar atendimentos no próprio local, evitando o deslocamento da criança para áreas hospitalares mais estimulantes e garantindo um tratamento mais humanizado.

A meta do IgesDF, segundo o diretor Rodolfo Borges Lira, é que o projeto inspire a criação de espaços semelhantes em toda a rede de saúde do DF.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.