back to top
24 C
Brasilia
sábado, 14 março 2026, 07:51:58
Publicidade
Publicidade
InícioBrasilEconomiaInflação recua e demais indicadores permanecem estáveis

Inflação recua e demais indicadores permanecem estáveis

Publicado em:

Repórter: Fabíola Fonseca

Notícias relacionadas

Polilaminina ainda precisa provar eficácia em humanos

Pesquisa da UFRJ com polilaminina avança para fase 1, mas substância ainda precisa provar segurança e eficácia em humanos. Arte Fonte em Foco/IA

STF julga deputados do PL por propina

STF começa a julgar deputados do PL acusados de cobrar propina para liberar emendas destinadas a município do Maranhão. © Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Quando a vítima fala tarde, o Brasil insiste em duvidar

Pesquisa mostra medo quase unânime, silêncio das vítimas, descrédito tardio e apoio a acolhimento e serviços no SUS. © Rovena Rosa/Agência Brasil

Feira no Riacho Fundo une renda, capacitação e campo

Feira do Trabalho e do Campo leva oficinas, vendas e ação solidária ao Riacho Fundo I entre 9 e 14 de março. Divulgação Sedet-DF

Brasil atinge melhor marca em dados abertos na OCDE

Brasil atinge sua melhor marca no índice de dados abertos da OCDE, lidera a América Latina e fica em 8º lugar no ranking. © KACPER PEMPEL
Publicidade

Dos quatro principais indicadores monitorados pelo Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central (BC), três mantiveram estabilidade nas projeções para 2025: Produto Interno Bruto (PIB), câmbio e taxa básica de juros (Selic). A única alteração ocorreu na inflação oficial, cuja expectativa caiu de 4,80% para 4,72%.

O índice, medido pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), segue acima do teto da meta de 4,5% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que estipula 3% como meta central, com margem de tolerância de 1,5 ponto percentual.

As projeções do mercado permanecem estáveis para 2026 (4,28%) e 2027 (3,9%), reforçando a percepção de inflação controlada, mas persistente.

Segundo o IBGE, a prévia da inflação de setembro registrou alta de 0,48%, impulsionada pela energia elétrica, enquanto os alimentos caíram 0,35%, acumulando o quarto mês consecutivo de queda. No acumulado de 12 meses, o IPCA alcançou 5,17%, após apresentar deflação de -0,14% em agosto.

A taxa Selic foi mantida em 15% ao ano, conforme decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), sendo também o mesmo patamar projetado pelo mercado há 16 semanas consecutivas. Para 2026 e 2027, o Focus prevê reduções graduais para 12,25% e 10,50%, respectivamente.

De acordo com o Copom, a manutenção da Selic em nível elevado por um “período prolongado” é essencial para garantir que a meta de inflação seja atingida. Juros altos encarecem o crédito, reduzem o consumo e ajudam a conter a demanda — mas também podem frear o crescimento econômico.

Na frente do PIB, o mercado projeta expansão de 2,16% em 2025, 1,80% em 2026 e 1,83% em 2027, mostrando moderação nas expectativas de crescimento.

O dólar deve encerrar 2025 em R$ 5,43, mantendo tendência de leve valorização do real. Para 2026 e 2027, as projeções indicam queda gradual, com o câmbio previsto em R$ 5,51 no fim do período.

O Boletim Focus é uma das principais ferramentas de monitoramento econômico do país. Ele reflete a percepção do mercado financeiro sobre os rumos da economia e influencia decisões de investimento, crédito e política monetária. Quando as projeções de inflação se mantêm acima da meta, o BC enfrenta o desafio de equilibrar o controle de preços com a retomada do crescimento, cenário que segue no centro do debate econômico brasileiro.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.