back to top
24 C
Brasilia
sábado, 7 fevereiro 2026, 16:08:50
Publicidade
Publicidade

Mulheres em vulnerabilidade vão ter vagas no mercado de trabalho

Publicado em:

Reporter: Paulo Andrade

Notícias relacionadas

Do mercado ao STF, caso Master expõe rede de poder

Quando bilhões circulam com facilidade, a política costuma abrir...

Crise no BRB e educação acirram tensão na CLDF

Sessão da CLDF debate crise no BRB, pedido de CPI e cancelamento de emendas que afetam diretamente o financiamento da educação no DF.

Fim da escala 6×1 e jornada de 40h entram na pauta de 2026

Lula e Hugo Motta colocam o fim do 6x1 e a jornada de 40h no radar de 2026; Senado tem PEC pronta e Câmara divide o debate.

Programa do GDF reduz em até 80% a espera por oncologia

Programa do GDF reduz em até 80% o tempo de espera por consultas oncológicas e acelera exames e tratamentos no DF.

MPF pede bloqueio de R$ 1,2 bi da Vale por vazamentos

MPF pede bloqueio de R$ 1,2 bilhão da Vale após vazamentos em minas de Congonhas que atingiram afluentes do rio Paraopeba.
Publicidade

A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) e a Justiça Federal de Primeiro Grau (SJDF/JF) assinaram, nesta quarta-feira (3), um Acordo de Cooperação Técnica (ACT). A parceria tem como objetivo principal promover a inserção de mulheres em situação de vulnerabilidade no mercado de trabalho, garantindo a elas 5% das vagas em contratos de terceirização do órgão.

A vice-governadora Celina Leão participou da cerimônia e destacou a importância do acordo para a autonomia feminina. “Cada termo de cooperação assinado representa um avanço concreto na vida de inúmeras mulheres do Distrito Federal. Estamos fortalecendo uma rede de apoio que transforma histórias e oferece um futuro com mais equidade e justiça”, afirmou.

 

Vagas, sigilo e apoio psicossocial

O acordo assinado pela secretária da Mulher, Giselle Ferreira, e pelo juiz federal Márcio Barbosa Maia, assegura que as empresas terceirizadas devem contratar mulheres indicadas pela rede de atendimento da SMDF. A parceria também prevê a manutenção do sigilo das contratadas, garantindo que não haja qualquer tipo de discriminação.

Giselle Ferreira ressaltou que o ACT se consolida como uma política pública eficaz para “levar mais força, autonomia e dignidade para mulheres em situação de vulnerabilidade”. O juiz federal Márcio Barbosa Maia reforçou o dever constitucional do Poder Judiciário de proteger as mulheres e a importância da atuação integrada para garantir respostas mais céleres e humanas.

Atualmente, cerca de 250 mulheres já estão empregadas por meio de acordos de cooperação firmados pela SMDF. As beneficiárias são acompanhadas por equipes multidisciplinares da Secretaria da Mulher e recebem apoio psicossocial. As vagas reservadas por esses acordos também incluem mulheres trans, travestis, quilombolas, indígenas e refugiadas.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.