back to top
24 C
Brasilia
sábado, 13 junho 2026, 07:19
Publicidade
Publicidade
InícioBrasíliaVerão no DF eleva risco de micose e exige prevenção

Verão no DF eleva risco de micose e exige prevenção

Publicado em

Reportagem:
Repórter: Jeferson Nunes

Cobertura relacionada

Alta de Celina Leão e continuidade administrativa do DF

Alta de Celina Leão após pneumotórax reduz incerteza política e sinaliza retomada gradual da agenda do DF, segundo boletim médico.

Anvisa libera 1ª semaglutida sintética no Brasil

Semaglutida sintética Ozivy é aprovada pela Anvisa para diabetes tipo 2, mas venda ainda depende de preço.

HBDF trata transtornos alimentares com equipe integrada

Saúde mental no DF tem atendimento especializado para transtornos alimentares no Hospital de Base, com equipe integrada.

DNA-HPV melhora prevenção do câncer de colo no DF

DNA-HPV chega à rede pública do DF e amplia rastreamento do câncer do colo do útero. Entenda quem deve fazer o exame.

Paciente com suspeita de ebola em SP tem meningite confirmada

SP confirma meningite meningocócica em paciente inicialmente classificado como suspeito de ebola e mantém protocolos de isolamento e investigação específica.

Regularização rural tira 500 famílias da insegurança

Regularização rural no DF já beneficiou mais de 500 famílias e alcançou 32,8 mil hectares em três anos.
Publicidade

Micose no verão veja sinais e cuidados no Distrito Federal

O calor, a umidade e a rotina em ambientes coletivos tornam o verão um “paraíso” para fungos. Por isso, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) reforça medidas simples para reduzir a transmissão, reconhecer sinais e evitar complicações.

Por que o verão favorece as micoses

Com mais suor, roupas que abafam a pele e idas frequentes a praias e piscinas, a pele fica quente e úmida por mais tempo. Nesse cenário, fungos se multiplicam com facilidade e encontram mais oportunidades de contato em pisos, vestiários e objetos compartilhados.

Micoses mais comuns e onde aparecem

Nos pés e entre os dedos

A tinea pedis (o famoso pé de atleta) costuma causar frieira, coceira e descamação entre os dedos. Além disso, andar descalço em áreas úmidas aumenta o risco.

Nas unhas

A onicomicose pode engrossar a unha, mudar a cor, deixar o aspecto amarelado e facilitar o descolamento na borda. Como a unha cresce devagar, o tratamento tende a exigir persistência e acompanhamento.

No tronco e braços

A pitiríase versicolor, chamada de pano branco, aparece como manchas claras ou escuras, com leve descamação. Em geral, o contraste fica mais evidente após sol.

Em dobras do corpo

A candidíase cutânea é comum em axilas e virilhas, onde há atrito e umidade persistente. Assim, a pele pode ficar avermelhada, dolorida e com coceira.

Sinais de alerta e por que não dá para “empurrar com a barriga”

Na pele, sinais frequentes incluem manchas avermelhadas ou esbranquiçadas, descamação e coceira intensa. Nas unhas, surgem alterações de cor e espessura. Já no couro cabeludo, podem aparecer falhas de cabelo, descamação e coceira.

Quando a micose fica sem tratamento adequado, ela pode abrir caminho para infecções bacterianas e também facilitar a transmissão para outras áreas do corpo e para outras pessoas. Portanto, “deixar para depois” costuma sair caro — e às vezes literalmente na unha.

O que fazer no dia a dia para prevenir

A prevenção depende mais de rotina do que de milagre:

  • Seque bem o corpo após o banho, principalmente entre os dedos e nas dobras.
  • Evite ficar muito tempo com roupa de banho molhada.
  • Prefira roupas e meias de algodão e alterne calçados, deixando arejar.
  • Não compartilhe toalhas, calçados, roupas, pentes e objetos pessoais.
  • Em manicure e pedicure, exija esterilização adequada ou leve seus próprios instrumentos.
  • Evite andar descalço em pisos constantemente úmidos, como vestiários e saunas.

Quem tem mais risco

Alguns grupos precisam de atenção extra: idosos, pessoas com diabetes, pacientes com imunidade reduzida e quem passa muitas horas com calçados fechados, como atletas e certos profissionais. Onde buscar atendimento no DF

Em caso de suspeita, a orientação da rede é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência. Ali ocorre a avaliação inicial e, se necessário, o encaminhamento para atendimento especializado com dermatologista na rede pública do DF.

Fontes e documentos:

Secretaria de Saúde do Distrito Federal
Biblioteca Virtual em Saúde MS
SBD
telessauders.ufrgs.br

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.