Dólar encosta em R$ 5,25 e Ibovespa cai no pós-Carnaval
Em pregão encurtado pela Quarta-Feira de Cinzas, o dólar voltou a subir e a bolsa emendou a terceira queda seguida. O movimento foi puxado por fatores externos, sobretudo a escalada de tensão entre Estados Unidos e Irã, e pela leitura do mercado sobre a ata do Federal Reserve (Fed), enquanto, na B3, ações de mineradoras pesaram após a baixa recente do minério de ferro.
Dólar sobe e chega a tocar R$ 5,25 no dia
O dólar comercial terminou a quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026, vendido a R$ 5,24, com alta de 0,21%. A moeda chegou a cair no início, encostando em R$ 5,20, mas virou com a piora do humor internacional e atingiu R$ 5,25 na máxima, perto do fim do pregão.
Ibovespa recua e mineradoras puxam a queda
O Ibovespa fechou em 186.016 pontos, queda de 0,24%, no terceiro pregão consecutivo de baixa, com impacto do desempenho fraco de papéis ligados a mineração em meio à queda do minério de ferro nos últimos dias.
Exterior dita o ritmo após ameaças e ata do Fed
Sem catalisadores domésticos relevantes no dia, o mercado reagiu ao noticiário externo. A Agência Brasil registrou que o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã, e que a ata do Fed reforçou a percepção de um mercado de trabalho americano mais resiliente, o que reduz a probabilidade de cortes de juros no curto prazo — combinação que fortaleceu o dólar globalmente.
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