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Entidades condenam intimidação a jornalista no Salão Verde

Publicado em:

Repórter: Marta Borges

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Jornalismo reage a cerco e hostilidade contra repórter na Câmara

Entidades ligadas ao jornalismo divulgaram nota de repúdio após a jornalista Manuela Borges, do ICL Notícias, relatar que foi cercada e intimidada no Salão Verde da Câmara dos Deputados, em Brasília. O episódio ocorreu na tarde de terça-feira, 24 de fevereiro de 2026, e a nota foi divulgada na quarta-feira (25), com pedido de apuração imediata e responsabilização dos envolvidos.

Assinam o documento o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF (SJPDF), o Coletivo de Mulheres Jornalistas do DF, a Federação Nacional de Jornalistas (FENAJ) e a Comissão de Mulheres Jornalistas da FENAJ.

O que aconteceu segundo o relato

De acordo com a jornalista e com as entidades, Manuela foi hostilizada por um grupo de cerca de 20 pessoas, descritas como servidores de gabinetes parlamentares e simpatizantes que atuavam no entorno de uma entrevista coletiva. O relato menciona gritos, intimidação e celulares colocados muito próximos ao rosto da repórter, em ambiente de pressão para constranger o trabalho de apuração.

A hostilidade teria ocorrido após Manuela questionar parlamentares do PL sobre a instalação de outdoors no Distrito Federal com imagens da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e da deputada federal Bia Kicis (PL-DF).

O que dizem SJPDF e FENAJ

Na avaliação das entidades, houve violência e coação contra uma profissional no exercício da função dentro de uma Casa legislativa, o que, para elas, configura ataque ao livre exercício do jornalismo e afeta de modo particular a presença de mulheres repórteres em espaços de poder.

As entidades também afirmam que a Polícia Legislativa estava no local e não teria interferido para garantir a integridade da jornalista durante o episódio, ponto que embasa o pedido de providências formais à Presidência da Câmara.

Apuração e direito de resposta

A nota cobra apuração rigorosa e pede medidas para garantir segurança e condições de trabalho a jornalistas em todas as dependências do Congresso. As entidades informam que devem apresentar representação formal com imagens e vídeos para auxiliar na identificação dos envolvidos.

Fontes e documentos:
Sindicatos repudiam violência contra jornalista na Câmara
Nota de repúdio contra a violência e intimidação à jornalista Manuela Borges na Câmara dos Deputados
Nota de repúdio contra a violência e intimidação à jornalista Manuela Borges na Câmara dos Deputados
Repórter do ICL Notícias é cercada e intimidada após questionar parlamentares
Apoiadores da oposição cercam repórter durante coletiva na Câmara

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