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domingo, 8 fevereiro 2026, 05:12:12
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Guia ensina adolescentes a usar a internet com segurança

Publicado em:

Reporter: Marta Borges

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O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) lançou o guia “Internet com Responsa Só para Adolescentes: Proteção no Uso da Internet”. O material, que visa promover uma navegação segura, crítica e equilibrada, foi desenvolvido após conversas diretas com jovens de todo o país.

O lançamento ocorreu durante o 10º Simpósio de Crianças e Adolescentes na Internet, em São Paulo. O guia está disponível gratuitamente na internet e aborda temas cruciais para a segurança digital dos jovens, como:

  • Privacidade.
  • Desinformação (fake news).
  • Saúde mental.
  • Inteligência artificial.
  • Cyberbullying.

“Esse é um projeto que representa para a gente esse avanço na conscientização e na proteção de adolescentes no ambiente digital e também uma ferramenta muito poderosa para educar, orientar e ponderar os próprios adolescentes para esse uso seguro responsável das tecnologias”, afirmou Mariana Venâncio, advogada do NIC.br.

A elaboração da cartilha envolveu “escutas” com crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos, um processo de diálogo que revelou o comportamento e as necessidades dos jovens no ambiente online.

Harika Merisse Maia, diretora de Projetos da Rede Conhecimento Social, destacou que os jogos são a principal porta de entrada para a internet, e adolescentes de 12 a 17 anos já usam o celular para fazer compras e até mesmo apostas, expondo-se a conteúdos inadequados.

O mais interessante é que as recomendações para um uso mais seguro do ambiente digital vieram dos próprios jovens, incluindo:

  • A definição de um tempo limite para o uso da internet.
  • A necessidade de acompanhamento e orientação conforme a faixa etária.
  • O estabelecimento de regras de maneira dialogada com os pais.
  • A garantia de um espaço seguro para que possam pedir ajuda e orientação.
  • A proposição de mais atividades interativas fora das telas.

Segundo Harika, os adolescentes não se importam que os pais saibam o que estão fazendo, mas se preocupam quando sentem que sua privacidade foi “ultrapassada”.

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