Publicidade
InícioBrasíliaSegurança DFAcusado do crime da 113 Sul é solto após decisão do STJ

Acusado do crime da 113 Sul é solto após decisão do STJ

Publicado em

Reportagem:
Marta Borges

Cobertura relacionada

PF investiga R$ 100 milhões da previdência de São Roque

Operação Entressafras investiga investimentos do São Roque Prev entre 2022 e 2024. Polícia Federal cumpriu nove mandados em dois estados.

Dino expõe mapa de emendas e empresas no caso Dark Horse

Dark Horse entra no centro de decisão de Dino sobre emendas, empresas e suspeita de circulação de dinheiro público.

Câmeras passam a operar em passarelas do Plano Piloto

Câmeras DF já operam em quatro passarelas do Plano Piloto e reforçam o monitoramento em tempo real. Veja onde e o que muda. Divulgação/SSP-DF

CIN digital pode ser usada como identidade no celular

CIN digital pode ser adicionada ao GOV.BR e usada como identidade no celular. Veja como acessar o documento e evitar mensagens falsas.

DF 360 amplia câmeras drones e 190 com geolocalização

GDF amplia DF 360 com drones, reconhecimento facial e leitura de placas e moderniza 190 e 193 com geolocalização e protocolo no WhatsApp. Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Operação fiscaliza 1,5 mil custodiados com saída temporária

Operação fiscaliza 1,5 mil reeducandos em saída temporária no DF. Saiba regras, consequências e como fazer denúncia anônima.
Publicidade

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta terça-feira (14) anular a condenação de Francisco Mairlon Aguiar, um dos réus acusados pelo triplo assassinato que ficou conhecido como “Crime da 113 Sul”, ocorrido em Brasília há 16 anos. Com a decisão, o acusado, que estava preso há cerca de 15 anos, será solto imediatamente.

Em 2009, foram mortos a facadas no apartamento da Superquadra 113 Sul o advogado e ex-ministro do TSE, José Guilherme Villela, sua esposa, Maria Carvalho Villela, e a empregada da família, Francisca Nascimento da Silva.

Francisco Mairlon foi condenado pelo Tribunal do Júri em 2013 a 55 anos de prisão, pena que foi posteriormente reduzida a 47 anos.

Irregularidades Processuais Fundamentam Anulação

A anulação da condenação foi definida pela Sexta Turma do STJ, em um recurso protocolado pela ONG Innocence Project Brasil, que defende condenados que alegam inocência. O colegiado acolheu o pedido devido a irregularidades processuais no caso.

O ministro relator, Sebastião Reis, destacou que a confissão de Francisco na fase extrajudicial (policial) e a acusação de outros investigados não foram corroboradas por outras provas produzidas em juízo.

“É inadmissível que em um Estado Democrático de Direito, um acusado seja pronunciado e condenado por um Tribunal do Júri apenas com base em elementos de informação da fase extrajudicial, dissonantes da prova obtida em juízo e sob o crivo do contraditório”, afirmou o ministro.

A decisão reforça a posição do STJ em relação ao caso. Em setembro deste ano, o tribunal já havia anulado a condenação de Adriana Villela, filha do casal assassinado, que havia sido sentenciada a 61 anos de prisão sob a acusação de ser a mandante do triplo homicídio.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.