Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeHospital de Santa Maria ganha espaço TEA

Hospital de Santa Maria ganha espaço TEA

Publicado em

Reportagem:
Reporter: Jeferson Nunes

Cobertura relacionada

Brasil aciona lei após nova tarifa dos Estados Unidos

Lei de reciprocidade entra em análise após tarifa de 25% dos EUA. Entenda os procedimentos e as possíveis contramedidas.

Brasil aciona reciprocidade após tarifa de 25% dos EUA

Tarifa dos EUA de 25% amplia custos para exportadores. Brasil prepara reciprocidade e contestação na OMC. Leia os impactos.

Concerto gratuito celebra os 190 anos de Carlos Gomes

Carlos Gomes será homenageado com concerto gratuito no Guará. Veja o repertório, os solistas e como acompanhar a apresentação.

Lei limita protesto de contas de serviços essenciais

Conta em protesto no DF terá aviso prévio, limites e proteção a consumidores vulneráveis. Veja como a nova lei muda a cobrança em 90 dias.

Lei torna educação política obrigatória nas escolas

Educação política passa a integrar os currículos da educação básica. Veja o alcance da lei e os pontos que ainda precisam ser definidos.

Eleitorado com deficiência cresce 42,5% em 2026

Eleitor com deficiência bate recorde nas Eleições 2026. Confira os números, os recursos da urna e o prazo para seção acessível.
Publicidade

Em um avanço para o atendimento humanizado, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) inaugurou, nesta terça-feira (28), o Espaço Humanizar TEA no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Este é o primeiro ambiente sensorial da rede pública do Centro-Oeste dedicado exclusivamente a crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

O local foi projetado para ser um refúgio: o design busca reduzir drasticamente os estímulos visuais e sonoros, oferecendo tranquilidade e bem-estar aos pacientes e acompanhantes durante a espera hospitalar.

Parceria e inclusão

A iniciativa é um exemplo de união entre setor público e privado. A primeira-dama do Distrito Federal, Mayara Noronha Rocha, foi essencial na articulação, garantindo que a GPS Foundation doasse integralmente todos os itens do espaço, resultando em custo zero para o hospital.

“É impossível pensar em prosperidade sem a junção do setor público, privado e da sociedade civil. Quando há união, tudo nasce mais rápido. Este é mais que um espaço: é um gesto de acolhimento e inclusão”, destacou Mayara Noronha Rocha.

O projeto nasceu da observação da superintendente do HRSM, Eliane Abreu, sobre as dificuldades enfrentadas por famílias atípicas em longas esperas.

A Voz das famílias atípicas

Mães e cuidadores celebraram a novidade, reconhecendo o impacto direto na rotina de crianças neurodivergentes.

Naiara Roque, empresária e mãe autista de dois filhos autistas, ressaltou a importância da adaptação. “Uma sala de espera adaptada faz toda a diferença para evitar crises e desconfortos. Ver o serviço público acolhendo essa causa faz o coração das famílias transbordar de alegria”.

A importância do espaço vai além da espera. Em casos específicos, as equipes médicas e multiprofissionais poderão realizar atendimentos no próprio local, evitando o deslocamento da criança para áreas hospitalares mais estimulantes e garantindo um tratamento mais humanizado.

A meta do IgesDF, segundo o diretor Rodolfo Borges Lira, é que o projeto inspire a criação de espaços semelhantes em toda a rede de saúde do DF.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.