back to top
24 C
Brasilia
domingo, 28 junho 2026, 10:10
Publicidade
Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeAgosto Verde alerta para o combate e controle da leishmaniose

Agosto Verde alerta para o combate e controle da leishmaniose

Publicado em

Cobertura relacionada

Laboratório do Lacen reforça diagnóstico de tuberculose

Estrutura processa até 500 amostras por mês e identifica...

Tesouro Direto vende R$ 10,22 bilhões em maio

Tesouro Direto vende R$ 10,22 bilhões em maio, recorde para o mês. Veja os títulos mais procurados e os cuidados antes de investir.

Fim de semana no DF tem cultura gratuita em 11 locais

A agenda cultural do DF reúne cinema, exposições, teatro, oficinas e festas gratuitas entre 26 e 28 de junho. Confira horários e locais.

Brasília Tech Hub inicia implantação de distrito no Biotic

Brasília Tech Hub inicia implantação no Biotic com 65 empresas. Veja as projeções de investimento, empregos e as etapas ainda pendentes.

Sala Lilás amplia proteção a mulheres no Distrito Federal

Sala Lilás DF terá atendimento 24 horas no Ciob e nova expansão do Viva Flor. Entenda quem pode receber a proteção e como funciona.

Pé diabético pode evoluir sem dor e levar à amputação

Pé diabético pode começar com ressecamento e perda de sensibilidade. Entenda os sinais, os riscos de amputação.
Publicidade

A leishmaniose é um conjunto de doenças que pode ser causada por 20 espécies de leishmania. Ela acomete tanto animais, quanto os homens. Por isso, agosto é marcado pelo mês de combate e controle da leishmaniose. A campanha Agosto Verde reforça a importância de conscientizar a população com ações preventivas e alertar sobre os riscos da zoonose.

No Distrito Federal, em 2020, segundo o informativo epidemiológico publicado pela Secretaria de Saúde, foram registrados cinco casos de leishmaniose visceral. As regiões que mais tiveram casos da doença foram: Ceilândia, Planaltina e Santa Maria.

Segundo Rogério Fonseca, veterinário à frente do Hospital Amparo, a transmissão da zoonose acontece por meio de animais silvestres ou cães domésticos. “As fêmeas do mosquito flebótomo (mosquito palha) podem picar animais doentes e posteriormente os humanos, transmitindo assim o agente entre animais e humanos”, explica.

O veterinário ressalta, ainda, algumas ações de prevenção, como avaliação do animal de estimação pelo médico veterinário periodicamente, limpeza de quintais com a retirada de folhas, troncos, restos de vegetação, para evitar a reprodução do mosquito, além da remoção do lixo e limpeza de vias públicas. Ele recomenda também uso de telas de malha fina em janelas e portas.

“É importante ficar de olho nos sintomas, pois essa zoonose é uma doença grave. A pessoa com leishmaniose apresenta febre de longa duração, aumento do fígado e baço, perda de peso, fraqueza e anemia”, alerta. Rogério também afirma que no homem, o período de incubação é de 10 dias a 24 meses. Já no cão, tem uma média de três a sete meses.

Tratamento

De acordo com o veterinário, o tratamento para a leishmaniose é gratuito e está disponível na rede de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). “90% dos casos, quando não tratados, evoluem para óbito, portanto, a população deve ser corretamente orientada. Os animais devem ser levados ao médico veterinário para orientação da conduta a ser tomada”, ressalta Fonseca.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.