back to top
24 C
Brasilia
sábado, 7 março 2026, 15:57:03
Publicidade
Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeCovid-19: dose de reforço de vacina diferente protege mais, diz estudo

Covid-19: dose de reforço de vacina diferente protege mais, diz estudo

Publicado em:

Agência Brasil

Notícias relacionadas

Abril Marrom alerta para cuidado com olhos para prevenir cegueira

Fundamental na rotina, a visão faz toda a diferença...

Anvisa alerta sobre suplementos de cúrcuma

Anvisa alerta para risco raro de danos ao fígado associados a suplementos e medicamentos com cúrcuma em cápsulas. © Marcelo Camargo/Agência Brasil

Vacina brasileira contra dengue imunizará profissionais do SUS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou neste domingo...

Anvisa suspende suplementos e manda recolher produtos no país

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a...

SP confirma 12ª morte por metanol

São Paulo confirmou a 12ª morte por metanol em bebida adulterada. Estado tem 52 casos confirmados e apura quatro óbitos suspeitos.
Publicidade

O reforço da imunização contra a Covid-19 com vacinas de mRNA, como a Pfizer, oferece maior proteção em quem foi vacinado com CoronaVac do que repetir a vacina produzida no Instituto Butantan, na terceira e na quarta doses. A efetividade da vacinação com doses heterólogas (de tecnologias diferentes) tem sido comprovada por cientistas ao longo do ano. Estudo publicado por pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e do Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal) na revista científica Nature Communications traz novas evidências nesse sentido.

Os resultados da pesquisa mostram que a vacinação com duas doses da CoronaVac, sem reforços, quase não fornece proteção contra a Covid-19 leve causada pela Ômicron, e uma proteção de 40% a 50% contra formas graves da doença.

Quando é adicionada uma dose de reforço da CoronaVac, a proteção contra os sintomas leves da Covid-19 não sobe, enquanto a proteção contra sintomas graves aumenta para 74%. Para as pessoas com 75 anos ou mais, porém, a dose de reforço com a CoronaVac, em quem já havia recebido essa vacina no esquema primário, não é capaz de elevar a proteção contra a forma grave além de 50%.

O estudo indica que, por outro lado, o reforço com a vacina de mRNA forneceu proteção adicional maior tanto contra a forma sintomática quanto contra a forma grave da doença (56,8% e 86%, respectivamente). Além disso, a proteção pareceu perdurar por pelo menos quatro meses, segundo os pesquisadores. No caso do Brasil, a única vacina de mRNA disponível contra a Covid-19 é a desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech.

Os pesquisadores observaram dados de dezembro de 2021 a abril de 2022, em uma análise que incluiu os 5.570 municípios brasileiros. As bases de dados utilizadas para os casos de Covid-19 foram o e-SUS e o Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (Sivep-Gripe), e a de vacinação foi o Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (SI-PNI).

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.