back to top
24 C
Brasilia
sábado, 7 fevereiro 2026, 23:00:44
Publicidade
Publicidade

Anvisa aprova testes rápidos do novo coronavírus em farmácias

Publicado em:

Notícias relacionadas

20% dos adultos dormem menos de 6h por noite no Brasil

Pesquisa do Ministério da Saúde revela que 20,2% dos adultos nas capitais dormem menos de 6 horas por noite. Mulheres sofrem mais com insônia.

Inca lança cartilha Saúde com Axé para mulheres negras

Inca lança cartilha “Saúde com Axé” para orientar mulheres negras sobre prevenção do câncer e barreiras do racismo no cuidado.

Saúde descarta risco do vírus Nipah no Brasil

Ministério da Saúde afirma baixo risco do vírus Nipah...

Brasil terá 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028

Brasil terá 781 mil novos casos de câncer por ano até 2028, segundo Inca. Desigualdades regionais marcam incidência. Veja tipos mais comuns.

Anvisa proíbe “canetas emagrecedoras do Paraguai”

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu, nesta...
Publicidade

A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta terça-feira (28) a aplicação de testes rápidos para a detecção do novo coronavírus (Covid-19) em farmácias. Com a decisão, a realização deixará de ser feita apenas em ambiente hospitalar e clínicas das redes públicas e privadas.

“O aumento [dos testes] será uma estratégia útil para diminuir a aglomeração de indivíduos [em hospitais] e também reduzir a procura dos serviços médicos em estabelecimento das redes públicas”, disse o diretor presidente substituto da Anvisa, Antonio Barra Torres.

As farmácias não serão obrigadas a disponibilizar o teste. O estabelecimento que optar pelo procedimento deverá ter profissional qualificado para realizar o exame.

A realização dos exames não servirá para a contagem de casos do coronavírus no país. Em seu voto, Barra Torres, que foi o relator do processo, destacou ainda que o teste não terá efeito de confirmação do diagnóstico para o coronavírus, uma vez que há a possibilidade de o teste apontar o chamado “falso negativo”, quando o paciente é testado ainda nos primeiros dias de sintomas.

“Os testes imunocromatográficos não possuem eficácia confirmatória, são auxiliares. Os testes com resultados negativos não excluem a possibilidade de infecção e os positivos não devem ser usados como evidência absoluta de infecção, devendo ser realizados outros exames laboratoriais confirmatórios”, disse.

A liberação dos testes rápidos em farmácias enfrentava resistências, devido a questões sanitárias e ligadas também à eficácia dos exames. Ao comentar a aprovação da realização dos testes em farmácias, Barra Torres lembrou que esses testes vêm sendo feitos por determinação de alguns governos locais.

A liberação desses testes será temporária e deve permanecer no período de emergência de saúde pública nacional decretado pelo Ministério da Saúde em 4 de fevereiro deste ano.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade