back to top
24 C
Brasilia
quarta-feira, 21 janeiro 2026, 05:40:57
Publicidade
Publicidade

Meta remove grupo que vendia garrafas usadas para falsificação

Publicado em:

Notícias relacionadas

USP desenvolve bateria de nióbio em testes industriais

A Universidade de São Paulo (USP) deu um passo...

Buscas por duas crianças no Maranhão chegam ao 12º dia

As buscas por duas crianças desaparecidas em um quilombo...

Tornado F2 atinge São José dos Pinhais e causa danos

A cidade de São José dos Pinhais, na região...

Seca persiste em SP e ameaça abastecimento no primeiro trimestre

A chuva segue abaixo da média histórica em praticamente...

Vacina brasileira contra dengue imunizará profissionais do SUS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou neste domingo...
Publicidade

A Meta removeu um grupo do Facebook que comercializava garrafas usadas de bebidas alcoólicas, material frequentemente reutilizado para envasar produtos adulterados. Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), a comunidade reunia mais de 11 mil integrantes e foi retirada do ar após notificação oficial do órgão.

O pedido foi feito no início de outubro, depois que a AGU identificou perfis que vendiam lacres, tampas, rótulos e garrafas utilizados na produção clandestina de bebidas alcoólicas.
A medida integra as ações do governo federal para conter o aumento de casos de intoxicação por metanol — substância tóxica frequentemente presente em bebidas falsificadas.

Após a exclusão do grupo, a AGU informou que todas as evidências reunidas — como postagens, nomes de participantes e ações de administradores — foram preservadas e poderão subsidiar futuras investigações policiais.

“A venda de garrafas de marcas conhecidas, muitas ainda com rótulos originais, facilita a falsificação e o reenvase de bebidas alcoólicas, prática que tem resultado em graves episódios de intoxicação por metanol e representa risco concreto à saúde pública”, afirmou a Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD), vinculada à AGU.

A PNDD também destacou que o grupo violava as próprias Políticas de Uso e Padrões da Comunidade do Facebook, que proíbem a venda de produtos ilegais ou falsificados, bem como atividades comerciais que coloquem o consumidor em risco.

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça, também havia solicitado que plataformas de e-commerce suspendessem anúncios de itens usados na falsificação de bebidas, como lacres, tampas, selos e garrafas não colecionáveis.

A ação marca um avanço no enfrentamento da falsificação de bebidas alcoólicas, um problema que une riscos sanitários e crimes digitais. O comércio irregular de insumos pela internet desafia a fiscalização tradicional e exige cooperação entre órgãos públicos e plataformas tecnológicas. Casos recentes de intoxicação por metanol reforçam a urgência de medidas integradas de proteção ao consumidor e de responsabilização dos envolvidos.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.