Publicidade
InícioBrasíliaSaúde DFVolta às aulas alerta para calendário vacinal das crianças em dia

Volta às aulas alerta para calendário vacinal das crianças em dia

Publicado em

Cobertura relacionada

Volta às aulas leva famílias a revisar vacinas no DF

Com a volta às aulas, a vacinação no DF ganha reforço: famílias podem revisar a caderneta e completar doses atrasadas. Saiba como fazer.

DF terá vacinação em 20 regiões neste sábado

Vacinação DF terá atendimento em 20 regiões neste sábado. Veja quem pode receber doses e quais documentos levar.

IGESDF abre seleção para médico ultrassonografista

Vaga no IGESDF forma cadastro reserva para médico ultrassonografista, com salário de R$ 18,1 mil. Veja requisitos e inscrição.

Policlínica de Taguatinga amplia tratamento de alergias

Policlínica de Taguatinga amplia prick test e imunoterapia para pacientes com alergias da Região Sudoeste encaminhados pelas UBSs.

Cirurgias no DF crescem 49% com o OperaDF

Cirurgias no DF crescem 49% em sete meses e chegam a 35 mil. Entenda como funciona o OperaDF e o que os números revelam sobre as filas.

Anvisa atualiza regras para vacinas contra covid

Vacinas deverão mirar variantes recentes do coronavírus em circulação...
Publicidade

Essencial desde os primeiros dias e ao longo de toda a vida, a vacinação é uma maneira de garantir imunização contra diversas doenças. Com a volta às aulas e a grande quantidade de crianças reunidas em um mesmo ambiente, o indicado é manter a caderneta de vacina sempre atualizada e evitar a ida dos pequenos aos prontos-socorros.

“As vacinas protegem as crianças pela produção de anticorpos contra várias doenças como, a pneumonia, a meningite, o sarampo, coqueluche, tuberculose, Covid-19, dengue, varicela (catapora), poliomielite, entre outras. Com a produção prévia de anticorpos, a chance de a criança adquirir uma doença para a qual foi vacinada, é reduzida de forma drástica. Mesmo que adoeça, o quadro costuma ser mais brando e de melhora mais rápida. Normalmente, na faixa etária abaixo dos 6 anos é mais frequente o adoecimento”, explica o infectologista pediátrico do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), Pedro Bianchini.

Segundo o médico, para aquelas doenças que há vacinas, manter a caderneta vacinal atualizada é medida fundamental para proteger a criança e a comunidade que ela frequenta, inclusive a escola ou creche. Bianchini destaca que o mérito da população não ouvir falar tanto de algumas doenças é fruto de uma cultura do brasileiro de se vacinar.

“Precisamos manter esse hábito e intensificar o incentivo, com propagandas e informação correta, e medidas para aumentar o acesso da população às vacinas. Nenhuma vacina disponível no Brasil é liberada sem passar por extensa avaliação da Anvisa, que é o nosso órgão regulador. Antes dela ser disponibilizada, é rigorosamente avaliada quanto à sua segurança para os usuários e pela sua efetividade. Então, as vacinas contra Covid-19 e gripe são sim, seguras”, ressalta.

Através da vacinação ocorre a imunização de rebanho, em que as raras pessoas não vacinadas, são protegidas por aquelas vacinadas, o que diminui imensamente a chance daquele agente infeccioso chegar na pessoa não imunizada porque terá grande dificuldade em se disseminar numa população altamente protegida.

Referência

Hoje, o calendário nacional de vacinação vigente no Brasil protege contra mais de 20 doenças diferentes. A imunização faz parte do Programa Nacional de Imunização (PNI), criado pelo Ministério da Saúde em 1973.

“O Brasil é referência mundial em imunização, sendo o PNI exemplo para o mundo todo. A imunização através das vacinas é considerada por muitos órgãos internacionais como uma das maiores descobertas da ciência. Foi através dela que a humanidade conseguiu pela primeira e única vez erradicar uma doença, a varíola”, lembra o infectologista pediátrico.

Pedro Bianchini assegura que a vacinação é o método mais eficaz para proteger as crianças contra as doenças e os efeitos adversos mais frequentes costumam ser dor e vermelhidão no local da aplicação, que desaparecem espontaneamente cerca de dois ou três dias após. Reações alérgicas e outras ainda mais raras podem acontecer, mas são absolutamente infrequentes. Por isso, caso haja alguma dúvida, procurar o local onde a vacina foi aplicada. “Há um fluxograma já desenhado e funciona muito bem e existe um monitoramento constante feito pelo Ministério da Saúde de reações vacinais”, conclui.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade