Publicidade
InícioBrasíliaSegurança DFAcidentes com patinetes elétricos lotam Hospital de Base

Acidentes com patinetes elétricos lotam Hospital de Base

Publicado em

Reportagem:
RMarta Borges

Cobertura relacionada

Agentes de saúde fazem prevenção contra escorpiões no DF

Visitas técnicas orientam moradores sobre prevenção contra escorpiões, controle de baratas e cuidados em caso de captura.

DF terá 40 pontos de vacinação neste sábado (19/09)

Distrito Federal terá 40 pontos de vacinação neste sábado, 19 de setembro, para atualização da caderneta vacinal.

UBS 5 do Itapoã começa a atender moradores do Itapoã Parque

Nova UBS 5 do Itapoã atende no Itapoã Parque, com consultas, saúde da mulher e serviços de Atenção Primária.

Procedimento estético invasivo em salão pode virar risco à saúde

Estética segura depende de licença sanitária, profissional habilitado e produto regularizado. Veja riscos em salões de beleza.

Novas regras de doação de sangue começam em 30 de setembro

Novas regras de doação de sangue atualizam prazos de impedimento, idade de doadores frequentes e critérios de saúde.

Novas regras de vistoria veicular passam a valer no DF

Vistoria no DF passa a seguir regras padronizadas para transferências e regularizações. Veja os casos, locais e prazos dos laudos.
Publicidade

O número de acidentes envolvendo patinetes elétricos no Distrito Federal acendeu um alerta no Hospital de Base (HBDF). Um levantamento do Centro de Trauma da unidade revelou que, apenas em abril, foram 11 atendimentos a vítimas desses acidentes. O problema continua: nos meses seguintes, a média de casos se manteve alta, com quatro registros apenas nos primeiros 19 dias de agosto.

O modal, apesar de prático, apresenta sérios riscos. A equipe médica do HBDF reforça a importância do uso de equipamentos de segurança, como capacete, luvas e joelheiras. O chefe da Ortopedia do hospital, Rodrigo do Carmo, alerta para o uso irresponsável. “Ao alugar um carro, há seguro. Já com o patinete, isso não acontece”, compara.

Fraturas graves e recuperação prolongada

Os acidentes resultam não apenas em fraturas graves, mas também em lesões menores que sobrecarregam a rotina hospitalar. “Contusões e torções exigem exames de imagem, consultas e fisioterapia”, explica o ortopedista. “O número de casos tem impacto direto na rotina dos pacientes e das equipes médicas.”

O professor Thiago Cesar, de 39 anos, é uma das vítimas. Ele sofreu uma grave fratura exposta na perna após ser arremessado contra o Brasília Shopping, precisando de múltiplas cirurgias. “O atendimento está sendo muito bom, mas é um processo lento”, afirma.

O fisioterapeuta André Luiz Maia, especialista do HBDF, ressalta que a reabilitação é tão vital quanto a cirurgia. “O médico reconstrói a parte anatômica, mas é a fisioterapia que devolve a funcionalidade”, diz. O processo é gradual, visando não apenas a recuperação física, mas também o retorno à autonomia e a reinserção social do paciente.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.