back to top
24 C
Brasilia
domingo, 15 março 2026, 13:07:04
Publicidade
Publicidade
InícioBrasilJustiçaSTF julga omissão do Congresso sobre imposto de grandes fortunas

STF julga omissão do Congresso sobre imposto de grandes fortunas

Publicado em:

Reporter: Marta Borges

Notícias relacionadas

TSE retoma julgamento que pode cassar Cláudio Castro

TSE retoma julgamento que pode cassar Cláudio Castro por suposto abuso político e econômico na campanha de 2022. © Rafael Campos/ Gov. RJ

STF começa a julgar se mantém prisão de Daniel Vorcaro

STF começa a julgar nesta sexta se mantém a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no âmbito da Operação Compliance Zero. Divulgação/Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo

PF faz operação em SP contra apologia ao nazismo online

PF cumpriu mandado em Americana contra suspeito de discriminação racial e apologia ao nazismo na internet; equipamentos foram apreendidos. © SECOMP

Operação em SP prende suspeita de integrar rede de abuso

Polícia de SP prende no Espírito Santo mulher suspeita de integrar rede de exploração sexual infantil ligada a piloto preso em Congonhas. © Pablo Jacob/ DHPP

TJSP envia caso de PM morta para Vara do Júri da capital

TJSP distribuiu à Vara do Júri o inquérito sobre a morte da PM Gisele Alves Santana, caso que hoje é apurado como morte suspeita. © Gisele Alves Santana/ Instagram
Publicidade

O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quinta-feira (23) o julgamento de uma ação que questiona a omissão do Congresso Nacional na criação do imposto sobre grandes fortunas (IGF).

A ação foi protocolada pelo PSOL em 2019. O partido argumenta que o Artigo 153 da Constituição Federal prevê a competência da União para instituir esse tributo por meio de lei complementar, mas que o Legislativo nunca o regulamentou.

A sessão foi dedicada à sustentação oral do PSOL, representado pela advogada Bruna Freitas do Amaral. Ela defendeu que o silêncio do legislador é persistente e afronta o mandamento constitucional.

A advogada Bruna Freitas afirmou que a aprovação da lei é vital para concretizar a justiça social e a erradicação da pobreza, princípios fundamentais da Constituição.

“Por mais de três décadas, o silêncio legislativo tem mantido uma estrutura fiscal regressiva, que onera quem tem menos e poupa que tem mais. Tal cenário afronta a própria lógica da Constituição de 1988, que instituiu o Estado Democrático de Direito, comprometido com a igualdade material e com a dignidade humana”, argumentou a representante do PSOL.

O julgamento, que pode forçar o Congresso a avançar na regulamentação do tributo, será retomado na próxima quarta-feira (29).

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.