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Janeiro Branco: entenda como a saúde mental reflete na pele

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Você já ouviu falar sobre Janeiro Branco? Essa campanha nacional tem por objetivo conscientizar a população sobre um dos temas mais importantes da atualidade: a saúde mental, usando a simbologia do início do ano para rever hábitos e colocar o autocuidado como meta, e o tratamento adequado desses problemas que, se deixados de lado, levam a um adoecimento crônico, inclusive, com sintomas físicos.

Problemas emocionais

Estudos dermatológicos apontam que 30% dos problemas de pele são desencadeados роr fatores psicológicos e emocionais que fazem o sistema imunológico reagir para tentar proteger o corpo do estresse.

“Em situações de estresse e ansiedade, por exemplo, é comum surgirem sintomas dermatológicos, como coceira, queda de cabelo, rosácea e acnes. Quem já tem alguma doença dermatológica, como psoríase, dermatites e vitiligo, pode ter o quadro agravado”, afirma o dermatologista Erasmo Tokarski.

Doenças desencadeadas pelo estresse

Dermatite atópica – Trata-se de um processo inflamatório identificado por lesões avermelhadas na pele que coçam muito e podem descamar. O estresse tem relação direta com o agravamento da doença.

Psoríase – Doença inflamatória crônica caracterizada por escamas e manchas secas, formadas normalmente nos cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Seu agravamento acontece, principalmente, por conta do estresse, exposição ao frio e álcool.

Urticária – Mais recorrente do que imaginamos, trata-se de uma irritação da pele que pode surgir de repente em qualquer lugar do corpo. O estresse não é considerado a causa principal da urticária, mas ele pode piorar os sintomas consideravelmente.

Vitiligo – Redução ou falta de melanina em diversas regiões do corpo, nas quais surgem manchas brancas. O estresse é um fator comum entre os pacientes diagnosticados com vitiligo, e pode ser responsável por desencadear o início da doença caso a pessoa já tenha predisposição genética.

Outras doenças dermatológicas relacionadas ao estresse são a acne, herpes, dermatite seborreica, furúnculo, micose, rosácea, envelhecimento precoce e olheiras.

Prevenção e tratamento

Na maioria dos casos, a prevenção se dá com bons hábitos como alimentação saudável, prática de atividades físicas, um boa noite sono, atividades prazerosas, hobbies e uma rotina diária de cuidados com a pele.

A Dermatologia Integrativa é uma ótima aliada no controle da doença. Associada ao tratamento convencional, que funciona, mas muitas vezes não atinge a raiz do problema e acaba sendo uma solução temporária, essa vertente da medicina se propõe a ampliar o olhar ao paciente, observando não somente os fatores físicos, mas os emocionais e psíquicos que interferem na saúde da pele.

Para o dermatologista Erasmo Tokarski, o principal benefício da abordagem multidisciplinar é enxergar o paciente como um todo e proporcionar um atendimento humanizado.

“A doença e seu tratamento dependerão de um profundo entendimento dos fatores pessoais que podem afetar o curso da doença, a aceitação do tratamento e, finalmente, a obtenção da saúde e do bem-estar desejados. O tratamento segue as bases da medicina convencional, mas pode ser associado a técnicas complementares, integrando diversas abordagens terapêuticas para atender as necessidades do paciente”, explica.

É importante frisar que essas indicações referem-se ao tratamento individual, ou seja, deve ser estabelecido de acordo com cada paciente e acompanhado sempre por um especialista.

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