back to top
24 C
Brasilia
sábado, 25 abril 2026, 20:38:56
Publicidade
Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeNovo medicamento retarda declínio cognitivo causado pelo Alzheimer

Novo medicamento retarda declínio cognitivo causado pelo Alzheimer

Publicado em:

Com informações da Reuters

Notícias relacionadas

Anvisa suspende suplementos e manda recolher produtos no país

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a...

Tabagismo volta a crescer no Brasil após 20 anos, alerta Saúde

Pela primeira vez em quase duas décadas, o número...

Dia do Teste do Pezinho destaca importância e benefícios do exame

Neste domingo (6), é comemorado no Brasil o Dia...

Polilaminina ainda precisa provar eficácia em humanos

Pesquisa da UFRJ com polilaminina avança para fase 1, mas substância ainda precisa provar segurança e eficácia em humanos. Arte Fonte em Foco/IA

Padilha defende freio na publicidade das bets

Bets no Brasil entram na mira de Padilha, que defende restrição à publicidade e mais fiscalização sobre apostas online. Tomaz Silva/Agência Brasil
Publicidade

Um novo remédio para o Alzheimer, chamado lecanemab, apresentou resultados positivos na última fase de testes. O anticorpo monoclonal retardou o declínio cognitivo em 27%, informaram as farmacêuticas Biogen e Eisai, responsáveis pelo desenvolvimento do medicamento.

O remédio, que está na fase 3 de um ensaio clínico global, também reduziu os níveis de amiloide no cérebro, uma proteína que é uma das responsáveis pelo Alzheimer. Além disso, a droga produziu efeitos positivos na cognição e na capacidade de desempenho diário de tarefas quando comparado com um placebo.

O estudo envolveu cerca de 1.800 pacientes com Alzheimer em estágio inicial. Cerca de 21% dos tratados com o novo medicamento apresentaram edema cerebral ou sangramento cerebral visível em exames de imagem, um efeito colateral associado a medicamentos desse tipo. Menos de 3% desses pacientes tiveram casos sintomáticos.

A corrida para conter a progressão da doença de Alzheimer ocorre quando o número de norte-americanos que vivem com a doença deve dobrar para 13 milhões até 2050. Globalmente, o número pode chegar a 139 milhões até 2050 sem um tratamento eficaz, de acordo com a Alzheimer’s Disease International.

A Food and Drug Administration, dos Estados Unidos, já está considerando a aprovação condicional do lecanemab.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.