Os cerca de 35 milhões de beneficiários do INSS já podem se programar. O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) divulgou o calendário oficial de pagamentos para 2026, com as datas de depósito das aposentadorias, pensões e auxílios ao longo de todo o ano.
Como já virou tradição — e aqui vale a máxima “em time que está pagando em dia não se mexe” — o cronograma mantém dois calendários distintos: um para quem recebe um salário mínimo e outro para quem ganha acima do piso nacional. Em ambos os casos, o pagamento é definido pelo número final do cartão do benefício, sem considerar o dígito verificador após o traço.
Quando cai o pagamento de janeiro
Os benefícios referentes a janeiro de 2026 começam a ser pagos entre 26 de janeiro e 6 de fevereiro para quem recebe um salário mínimo. Já os segurados com renda superior ao mínimo terão os depósitos realizados entre 2 e 6 de fevereiro.
Vale o alerta: os reajustes do salário mínimo e dos benefícios acima do piso entram em vigor em janeiro, mas o valor corrigido só aparece na conta no fim de janeiro ou início de fevereiro, após o fechamento da folha. Nada de susto achando que o aumento “sumiu”.
Como consultar o valor do benefício
Os segurados podem conferir valores e datas de pagamento pelo aplicativo Meu INSS ou pelo site meu.inss.gov.br.
Quem prefere o telefone pode ligar para a Central 135, de segunda a sábado, das 7h às 22h, informando o CPF e confirmando os dados cadastrais. Simples, direto e sem precisar sair de casa.
Calendário do INSS 2026
O calendário completo segue o padrão mensal já conhecido e vale tanto para planejamento financeiro quanto para evitar filas desnecessárias em bancos e lotéricas. A regra é clara: final do cartão manda, ansiedade não ajuda.
Os pagamentos para quem recebe um salário mínimo começam sempre antes. Já os segurados que ganham mais de um salário mínimo recebem nos dias seguintes, agrupados por finais de cartão.
Por que esse calendário importa
Em um país onde o benefício do INSS sustenta milhões de famílias, previsibilidade é dignidade. Saber exatamente quando o dinheiro entra permite organizar contas, evitar juros e fugir do famoso aperto do fim do mês. Não é detalhe burocrático, é política pública que impacta a vida real.

