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Investimento em 70 fragmentadoras protege dados na saúde

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Reportagem:
Reporter: Jack RID

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O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) reforçou a segurança das informações de pacientes e colaboradores com a entrega de 70 fragmentadoras de papel. A iniciativa visa garantir o descarte seguro de documentos físicos com dados sensíveis, em total conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O investimento de R$ 91 mil, viabilizado por meio de emenda distrital, beneficia hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) sob gestão do instituto.

Foco na privacidade e gestão de riscos

Na saúde pública, a circulação de prontuários, fichas e registros pessoais é constante. Para o diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, a aquisição consolida uma gestão moderna e ética.

“Estamos avançando na consolidação de uma gestão alinhada às normas de proteção da informação no setor público de saúde”, afirma Monteiro.

A iniciativa é coordenada pelo Núcleo de Governança em Privacidade e Proteção de Dados, que monitora todo o ciclo de vida da informação institucional. A chegada dos aparelhos substitui métodos manuais ou descartes inseguros por um processo industrial que inviabiliza a reconstrução de dados descartados.

Impacto nas unidades de saúde do DF

As UPAs estão entre as principais beneficiadas. O gerente da UPA do Núcleo Bandeirante, Neviton Batista, destaca que os equipamentos trazem agilidade e confiança à equipe técnica:

  • Agilidade: Processo rápido de eliminação de papéis acumulados.

  • Conformidade: Cumprimento rigoroso das exigências da LGPD.

  • Confidencialidade: Prevenção contra a exposição indevida de diagnósticos e dados pessoais.

Para Arlinda Victor de Sá, coordenadora substituta de proteção de dados, o cuidado com a informação fortalece a credibilidade do IgesDF perante a sociedade. Ao garantir que o descarte siga as melhores práticas de mercado, o instituto reduz riscos jurídicos e protege a privacidade de milhares de brasilienses atendidos diariamente.

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