Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeJustiça mantém patente da liraglutida por mais de 8 anos

Justiça mantém patente da liraglutida por mais de 8 anos

Publicado em

Reportagem:
Repórter: Jeferson Nunes

Cobertura relacionada

Veja como emitir o CRLV-e no Distrito Federal

Veja como emitir o CRLV-e no Distrito Federal, quais débitos precisam estar pagos e onde acessar o documento digital.

Fachin promete medidas após mensagens

Presidente do STF diz que anunciará medidas após mensagens atribuídas a Moraes e Vorcaro; PGR pede anulação da apuração.

Mega-Sena acumula e pode pagar R$ 41 milhões na quinta (03/09)

Concurso 3.052 da Mega-Sena não teve acertador das seis dezenas e acumulou prêmio estimado em R$ 41 milhões.

A segurança no desfile de 7 de Setembro

Operação integrada para o Desfile de 7 de Setembro em Brasília prevê revista, bloqueios, segurança, saúde e restrição a drones.

Proposta de alteração do PPCub em audiência pública

Audiência pública vai discutir proposta de alteração da lei do PPCub, que define regras de preservação e uso urbano em Brasília.

Indústria cresce 0,2% em julho, mas ainda mostra perda de fôlego

Produção industrial brasileira avançou 0,2% em julho, com alta em três categorias, mas média móvel trimestral caiu.
Publicidade

A farmacêutica Novo Nordisk informou nesta quinta-feira (4) que a Justiça Federal no Distrito Federal concedeu uma liminar para manter a patente da liraglutida, princípio ativo dos medicamentos emagrecedores Victoza e Saxenda.

Segundo a decisão, a patente, que estava expirada, será prorrogada por 8 anos, 5 meses e 1 dia. A medida foi tomada após a Justiça reconhecer atraso na análise do pedido de patente pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que demorou 13 anos para concluir o processo de registro de exclusividade.

Com base nesse atraso, a Justiça decidiu recompor o prazo da patente, garantindo o período de proteção que a empresa alegava ter sido prejudicado.

Repercussão da Novo Nordisk

A empresa avaliou a decisão como garantia de segurança jurídica nos processos de patentes. “Sem a garantia de que o direito à patente será respeitado e o exame ocorrerá em um prazo razoável, o Brasil corre o risco de ficar para trás no acesso a novas tecnologias em saúde”, declarou a farmacêutica.

Além disso, a Novo Nordisk informou que buscará o mesmo entendimento para a patente da semaglutida, presente nos medicamentos Wegovy e Ozempic, também produzidos pela empresa.

O INPI ainda pode recorrer da decisão da Justiça Federal.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.