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quarta-feira, 21 janeiro 2026, 07:32:24
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Justiça mantém presos suspeitos de furto de carros de luxo

Publicado em:

Reporter: Marta Borges

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A Justiça do Rio de Janeiro converteu em prisão preventiva, a detenção em flagrante de dois homens acusados de tentar furtar um carro de luxo na Barra da Tijuca, na zona oeste da capital. A decisão atendeu a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) durante audiência de custódia e considerou a gravidade do crime e o risco de reiteração delitiva.

Os suspeitos, Fagner Yúri de Jesus Siqueira e Matheus Ferreira Vasconcelos, foram presos por policiais da Delegacia da Gávea na última terça-feira (6). Segundo o MPRJ, ambos seriam integrantes de uma quadrilha especializada em furto de veículos de alto padrão, com atuação voltada à revenda para traficantes da Comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré, zona norte do Rio.

Decisão judicial e histórico criminal

Na audiência, o Ministério Público sustentou que, caso respondessem em liberdade, os investigados poderiam voltar a cometer furtos. A Justiça acolheu o pedido e decretou a preventiva, citando a extensa ficha criminal atribuída à dupla. A medida, segundo a decisão, busca garantir a ordem pública e a aplicação da lei penal.

Tecnologia para furtar em minutos

As investigações da Polícia Civil apontam que o grupo monitorava carros de luxo e utilizava dispositivos eletrônicos de alta tecnologia, como decodificadores e emuladores de chave, capazes de abrir e ligar os veículos em poucos instantes. O método reduz ruídos e tempo de exposição, o que dificulta a ação policial.

Após o furto, os automóveis teriam sido levados para comunidades, onde passavam por clonagem. Em seguida, segundo a polícia, os veículos eram destinados ao Paraguai, usados como moeda de troca por armas e drogas ou desmontados para abastecer o mercado ilegal de peças.

Treinamento e logística do crime

De acordo com os agentes, facções criminosas estariam envolvidas na logística do esquema, oferecendo treinamentos para abertura e acionamento dos carros, além do aluguel de decodificadores de chave. A prática indica organização e divisão de tarefas, elementos que pesaram na decisão judicial.

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