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Moraes manda soltar réu do 8 de Janeiro após erro judicial em MG

Publicado em:

Reporter: Marta Borges

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta terça-feira (14) a soltura de Divanio Natal Gonçalves, réu acusado de envolvimento nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A decisão foi tomada após a nova defesa do acusado apontar um erro judicial ocorrido na Justiça de Minas Gerais.

Divanio estava preso desde abril deste ano devido a um erro de comunicação e fiscalização em Uberlândia (MG), cidade onde reside.

Confusão na Fiscalização Cautelar

Em março de 2023, Moraes havia determinado medidas diversas da prisão para Divanio, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica, comparecimento semanal à Justiça e proibição de sair de Uberlândia. A fiscalização dessas medidas caberia à Vara de Execuções Penais (VEP) local.

Contudo, o processo de acompanhamento do réu foi erroneamente encaminhado para a Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e de Precatórios Criminais. O réu compareceu regularmente a este último juízo.

Sem saber que o réu estava cumprindo as medidas em outro setor, a VEP informou ao STF que Divanio Gonçalves havia descumprido a ordem de comparecimento.

Diante da informação equivocada, Moraes decretou a prisão do acusado, que foi efetivada em abril. A irregularidade não foi percebida nem mesmo durante a audiência de custódia.

Soltura e Novas Medidas

Após ser acionado pela nova defesa de Divanio, o ministro reconheceu o erro e ordenou a soltura imediata do réu.

“A nova defesa do réu demonstrou que o cumprimento das medidas cautelares fixadas por esta Suprema Corte estava sendo fiscalizado pelo juízo da Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher e de Precatórios Criminais da Comarca de Uberlândia/MG, e não na Vara de Execuções Penais”, esclareceu Moraes.

O ministro substituiu a prisão por novas medidas cautelares mais rígidas, que incluem: uso de tornozeleira eletrônica, cancelamento do passaporte, proibição de sair do país, suspensão do porte de arma e proibição do uso de redes sociais.

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