Publicidade
InícioBrasilVendido a R$ 4,21, dólar fecha o dia no maior valor em...

Vendido a R$ 4,21, dólar fecha o dia no maior valor em dois meses

Publicado em

Reportagem:
Wellton Máximo

Cobertura relacionada

Boletim Focus reduz IPCA 2026 e revisa Selic e PIB

IPCA 2026 Focus cai a 3,91% e Selic esperada recua a 12,13% no fim de 2026. PIB sobe a 1,82% e dólar é projetado em R$ 5,45. © Marcello Casal jr/Agência Brasil

Mercado reduz previsão da inflação para 5%

Mercado reduz projeção da inflação para 5%, prevê Selic a 13,75% no fim de 2026 e eleva levemente estimativa do PIB.

Boletim Focus mantém PIB e IPCA e reduz projeção da Selic

Boletim Focus de 2/3/2026 mantém PIB (1,82%) e IPCA (3,91%) e reduz Selic projetada para 12% no fim de 2026. © Marcello Casal jr/Agência Brasil

Bolsa sobe 1% e volta aos 160 mil pontos e dólar oscila

Em mais um dia de recuperação no mercado financeiro,...

Dólar caiu a R$ 5,13 e Bolsa recuou

Moeda americana caiu pela terceira sessão seguida, mas o Ibovespa recuou mesmo com alta das bolsas dos Estados Unidos.

Ibovespa cai 2,14% após recorde; dólar fecha estável

Ibovespa caiu 2,14% aos 181.708 pontos após recorde, pressionado por bancos e exterior; dólar fechou estável em R$ 5,25.
Publicidade

Em um dia tenso no mercado, a Bolsa de Valores caiu e o dólar norte-americano fechou no maior valor em dois meses. O dólar comercial fechou esta segunda-feira (27) vendido a R$ 4,21, com alta de R$ 0,025 (0,58%). A divisa está no maior valor de fechamento desde 2 de dezembro (R$ 4,214).

O dólar operou em alta durante toda a sessão. Na máxima do dia, por volta das 13h30, chegou a ultrapassar R$ 4,23. A moeda norte-americana acumula valorização de 4,91% em 2020. A volatilidade também refletiu-se na cotação do euro, que fechou o dia vendido a R$ 4,637, com alta de 0,54%.

No mercado de ações, o dia também foi de instabilidade. O Ibovespa, índice da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia em forte queda de 3,29%, aos 114.482 pontos. O indicador recuou para o menor nível desde 18 de dezembro.

A sessão foi marcada pelo receio de que o novo vírus descoberto na China traga impactos para a segunda maior economia do planeta. O país asiático confirmou hoje a sexta morte pelo coronavírus, que provoca pneumonia. A China e países próximos adotaram medidas para conter a disseminação da doença.

O confinamento dos habitantes de diversas cidades afetadas pela doença reduz a produção e o consumo da China. A expectativa de desaceleração da economia chinesa impacta diretamente países como o Brasil, que exporta diversos produtos, principalmente commodities (bens primários com cotação internacional) para o país asiático. Com menos exportações, menos dólares entram no país, pressionando a cotação para cima.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade