back to top
24 C
Brasilia
sábado, 13 junho 2026, 05:54
Publicidade
Publicidade
InícioBrasilJustiçaDino manda PF investigar R$ 694 milhões em “emendas Pix”

Dino manda PF investigar R$ 694 milhões em “emendas Pix”

Publicado em

Reportagem:
Reporter: Marta Borges

Cobertura relacionada

Anvisa libera 1ª semaglutida sintética no Brasil

Semaglutida sintética Ozivy é aprovada pela Anvisa para diabetes tipo 2, mas venda ainda depende de preço.

Paciente com suspeita de ebola em SP tem meningite confirmada

SP confirma meningite meningocócica em paciente inicialmente classificado como suspeito de ebola e mantém protocolos de isolamento e investigação específica.

Inflação prevista supera teto da meta em 2026

Inflação prevista pelo mercado sobe para 5,04% em 2026, supera teto da meta e mantém pressão sobre juros.

Saúde reajusta hemodiálise e amplia rede no SUS

Ministério da Saúde reajusta em 15% os repasses da hemodiálise no SUS e amplia a rede de terapia renal substitutiva. © Rovena Rosa/Agência Brasil

Diabetes afeta saúde emocional de 70% no Brasil

Diabetes afeta saúde emocional de 70% dos brasileiros e amplia debate sobre sensores, IA e acesso ao tratamento.

Vacina chega a aldeias por rios e helicópteros

Vacinação indígena chega a aldeias do Alto Rio Purus por rios, barcos e helicópteros, com logística e respeito cultural.
Publicidade

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) investigue possíveis irregularidades em R$ 694 milhões de emendas parlamentares. A decisão visa 964 emendas de transferência especial, conhecidas como “emendas Pix”, liberadas entre 2020 e 2024, que não tiveram plano de trabalho cadastrado no sistema do governo.

Dino concedeu um prazo de 10 dias úteis para que o Tribunal de Contas da União (TCU) envie às superintendências da PF nos estados a lista de emendas sem a devida documentação para que sejam abertos inquéritos policiais. A exigência de plano de trabalho para essas emendas foi estabelecida pelo STF em 2022, com o objetivo de aumentar a transparência e a rastreabilidade dos recursos públicos.

Mais transparência e controle

A decisão de Flávio Dino também impôs outras medidas de controle:

  • Emendas de relator (RP9): O Ministério da Saúde foi alertado a não executar emendas de relator que não atendam a critérios de correção de erros ou omissões.
  • Bloqueio de repasses: O ministro já havia bloqueado, em abril, repasses de 1,2 mil emendas para a área da Saúde devido a irregularidades na abertura de contas específicas.
  • Auditoria na Associação Moriá: A Controladoria-Geral da União (CGU) terá 10 dias úteis para auditar repasses feitos à Associação Moriá entre 2022 e 2024, especialmente os convênios com o Ministério da Saúde, por suspeita de irregularidades.

Para aumentar a fiscalização, o ministro reforçou que bancos públicos só podem transferir recursos de emendas por meio de contas específicas para cada uma delas. Além disso, a partir de 2026, todos os repasses deverão ser feitos via Ordens de Pagamento de Parceria (OPP), um sistema criado para aumentar a rastreabilidade dos recursos.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.