Publicidade
InícioBrasilEconomiaDívida Pública Federal cai para R$ 8,122 trilhões

Dívida Pública Federal cai para R$ 8,122 trilhões

Publicado em

Reportagem:
Reporter: Fabíola Fonseca

Cobertura relacionada

Brasil aciona lei após nova tarifa dos Estados Unidos

Lei de reciprocidade entra em análise após tarifa de 25% dos EUA. Entenda os procedimentos e as possíveis contramedidas.

Brasil aciona reciprocidade após tarifa de 25% dos EUA

Tarifa dos EUA de 25% amplia custos para exportadores. Brasil prepara reciprocidade e contestação na OMC. Leia os impactos.

Concerto gratuito celebra os 190 anos de Carlos Gomes

Carlos Gomes será homenageado com concerto gratuito no Guará. Veja o repertório, os solistas e como acompanhar a apresentação.

Lei limita protesto de contas de serviços essenciais

Conta em protesto no DF terá aviso prévio, limites e proteção a consumidores vulneráveis. Veja como a nova lei muda a cobrança em 90 dias.

Lei torna educação política obrigatória nas escolas

Educação política passa a integrar os currículos da educação básica. Veja o alcance da lei e os pontos que ainda precisam ser definidos.

Eleitorado com deficiência cresce 42,5% em 2026

Eleitor com deficiência bate recorde nas Eleições 2026. Confira os números, os recursos da urna e o prazo para seção acessível.
Publicidade

A Dívida Pública Federal (DPF) registrou queda em setembro, encerrando o mês em R$ 8,122 trilhões. Segundo o Tesouro Nacional houve um recuo de 0,28% em relação a agosto (R$ 8,145 trilhões).

A redução é atribuída, principalmente, ao alto volume de vencimentos de títulos vinculados aos juros, especialmente aqueles atrelados à Taxa Selic. Em setembro, o Tesouro resgatou R$ 100,06 bilhões a mais em títulos do que emitiu.

A queda no estoque da dívida interna (DPMFi) foi de 0,31%, passando para R$ 7,82 trilhões. No entanto, a apropriação de R$ 75,77 bilhões em juros — reflexo da Selic em 15% ao ano — compensou parte da redução, pressionando o endividamento do Brasil.

Com a concentração de vencimentos de títulos prefixados no início do trimestre, houve uma alteração na composição da DPF:

  • Títulos atrelados à Selic: Recuaram de 49,29% para 47,47%.
  • Títulos prefixados: Subiram de 20,95% para 22,02%.
  • Títulos corrigidos pela inflação: Subiram de 26,10% para 26,81%.

A Dívida Pública Federal externa (DPFe) registrou um ligeiro aumento de 0,43%, totalizando R$ 301,53 bilhões, influenciada pela valorização do dólar no período.

O Tesouro Nacional informou que o colchão da dívida pública (reserva de liquidez) recuou de R$ 1,13 trilhão para R$ 1,03 trilhão, cobrindo 9,33 meses de vencimentos.

Em um sinal de maior confiança, o prazo médio da DPF aumentou de 4,09 para 4,16 anos. Prazos maiores indicam que os investidores acreditam na capacidade do governo de honrar seus compromissos a longo prazo.

Com a menor tensão no mercado financeiro global, a participação de investidores estrangeiros (não-residentes) na Dívida Pública Interna subiu, passando de 9,83% em agosto para 10,19% em setembro.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.