Publicidade
InícioBrasilJustiçaTSE vai disciplinar conduta de juízes para eleições 2026

TSE vai disciplinar conduta de juízes para eleições 2026

Publicado em

Reportagem:
Repórter: Marta Borges

Cobertura relacionada

Defesa Civil reconhece emergência em quatro cidades gaúchas

Defesa Civil reconhece emergência em quatro cidades gaúchas. Temporais de julho deixaram centenas de desabrigados. Recursos federais foram liberados.

Clima seco em exige atenção com a saúde

Baixa umidade em Brasília exige cuidados com hidratação, respiração, pele e exposição ao sol, sobretudo para grupos vulneráveis.

Sarampo em SP chega a 16 casos e reforça vacinação

São Paulo confirmou 16 casos de sarampo em 2026 e ampliou a vacinação para pessoas de 6 meses a 59 anos em três municípios.

Clima extremo pressiona setor elétrico por inovação

Representantes do setor elétrico defenderam em encontro da Aneel novos investimentos em inovação, monitoramento e adaptação da infraestrutura diante de eventos climáticos extremos. A discussão ocorre após vendavais que provocaram grandes interrupções no Rio de Janeiro e danos severos à rede na região de Ribeirão Preto. O avanço do El Niño aumenta a preocupação para os próximos meses, mas especialistas alertam que o fenômeno não deve ser usado para explicar automaticamente cada tempestade. A resiliência da rede passa por reforço físico, digitalização, previsão, redundância e capacidade de recuperação.

Eleições 2026 têm recorde de candidaturas indígenas

As Eleições 2026 registram 191 pedidos de candidatura de pessoas autodeclaradas indígenas, maior número de uma eleição geral desde que o TSE começou a reunir dados de cor e raça, em 2014. Apesar do recorde, o grupo representa apenas 0,93% dos 20.506 pedidos contabilizados até 17 de agosto. A maior presença está nas disputas para deputado estadual e federal. Mulheres representam 44% das candidaturas indígenas, proporção superior à participação feminina no conjunto dos concorrentes. Neste ciclo, regras do TSE também determinam distribuição proporcional de recursos públicos e de tempo de propaganda às candidaturas indígenas.

TRF1 derruba norma do CFO sobre harmonização

TRF1 reconheceu ilegalidade de norma do CFO que criou harmonização orofacial como especialidade odontológica.
Publicidade

TSE vai disciplinar conduta de juízes eleitorais para eleições presidenciais

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, afirmou nesta segunda-feira (2) que vai apresentar uma proposta para disciplinar a atuação de juízes eleitorais durante as eleições presidenciais de outubro.

Durante sessão de abertura do Ano Judiciário 2026, cerimônia que marca a volta aos trabalhos após o recesso, a ministra afirmou que as regras de conduta serão apresentadas durante reunião com os presidentes dos tribunais regionais eleitorais (TREs), marcada para 10 de fevereiro.

Segundo Cármen Lúcia, as regras representam parâmetros de comportamento dos magistrados para as eleições.

O que propõe a nova disciplina

Conforme a proposta, os juízes eleitorais deverão divulgar a agenda de audiências com partes e advogados.

Os juízes não poderão fazer manifestações sobre os processos que tramitam na Justiça Eleitoral e também devem ficar proibidos de participar de eventos com candidatos ou seus aliados.

Os magistrados também não poderão publicar suas escolhas políticas nas redes sociais.

Os juízes ficarão impedidos de receber presentes ou favores que coloquem em dúvida sua imparcialidade.

Expectativa de atuação ética

Segundo a presidente, o eleitor espera ética na atuação de juízes e servidores da Justiça Eleitoral.

“Do Judiciário eleitoral, o eleitorado não apenas espera atuação ética, eficiente e estritamente adequada à legislação vigente, como todas as pessoas contam que o corpo de juízes e servidores da Justiça Eleitoral atue de forma honesta, independentemente de pressões ou influências para garantia de realização de eleições sobre as quais não pendam dúvidas sobre a lisura do pleito”, afirmou.

Cármen Lúcia relatora do Código de Ética do STF

Mais cedo, Cármen Lúcia, que também é ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), foi escolhida relatora do Código de Ética da Corte.

O anúncio sobre a criação de um Código de Ética para os membros do Supremo ocorre após o ministro Dias Toffoli ser criticado pela condução das investigações envolvendo as fraudes no Banco Master.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.