Publicidade
InícioBrasíliaMPDFT pede estudo técnico que justificou aumento das passagens

MPDFT pede estudo técnico que justificou aumento das passagens

Publicado em

Cobertura relacionada

A relação entre André Mendonça e Daniel Vorcaro

Ministro André Mendonça confirmou encontro com Daniel Vorcaro antes de assumir a relatoria do caso Master e nega favorecimento.

Operação mira rede financeira suspeita de atender ao PCC

Operação Janus mira rede financeira atribuída ao PCC e bloqueia bens de investigados. Veja os mandados e o foco da apuração.

MPSP pede suspensão das coletas de íris do World ID

Coleta de íris em São Paulo vira alvo de ação contra Tools for Humanity e AWS. Veja os pedidos e os riscos apontados pelo MPSP paulista.

AGU leva novo pedido de extradição de Zambelli à Itália

AGU reforça pedido para Itália extraditar Carla Zambelli no caso da arma. Entenda o processo e o julgamento marcado para 1º de julho.

MPDFT lança Robô do Consumidor para agilizar solução de conflitos

Robocon, o Robô do Consumidor, apresentado pelo Ministério Público...

Resgate de 89 expõe trabalho degradante em cafezais

Resgate de 89 trabalhadores em cafezais mineiros gera R$ 654,6 mil em pagamentos e seis parcelas de seguro. Entenda o caso e os próximos passos.
Publicidade

A Procuradoria Distrital dos Direitos do Cidadão (PDDC), em 15 de janeiro, requisitou à Secretaria de Transporte e Mobilidade (SEMOB) cópia do processo administrativo que ensejou o reajuste 10% nas tarifas do transporte coletivo público. A pasta tem três dias para atender a requisição.

O Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) pretende analisar os dados técnicos utilizados pelo governo para justificar o aumento nas passagens. Se esses dados não justificarem os novos valores, a PDDC irá à Justiça com ação civil pública para suspender a medida. Desde 13 de janeiro, os usuários do transporte coletivo do DF estão desembolsando 10% a mais em todas as tarifas. Passagens de metrô e de integração que custavam R$ 5 passaram para R$ 5,50. Os ônibus de R$ 3,50 agora custam R$ 3,85, e os de R$ 2,50, foram para R$ 2,75.

Para o procurador Distrital dos Direitos do Cidadão em exercício, Ezequiel Neto, é preciso verificar a legalidade e a fidelidade dos dados técnicos que subsidiaram a decisão do governo do DF. “A Secretaria de Mobilidade argumenta que há um desequilíbrio entre a tarifa cobrada dos usuários e o custo total do sistema. Nós queremos analisar esses valores e avaliar os dados que teriam dado suporte ao reajuste tarifário”, explica o procurador.

Repasses às concessionárias

Levantamento divulgado em 2019 pelo Núcleo de Assessoramento Técnico de Orçamento (NUO) da PDDC mapeou os repasses, entre 2014 e 2018, do governo local ao Sistema de Transporte Público Rodoviário Coletivo do DF. Em 2018, além da tarifa paga pelos usuários, o governo repassou às empresas cerca de R$ 650 milhões. Um aumento de mais de 200% se comparado a 2014. Clique aqui e saiba mais sobre o assunto.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade