Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeVacina de Oxford contra Covid é quase 100% eficaz com 2 doses

Vacina de Oxford contra Covid é quase 100% eficaz com 2 doses

Publicado em

Cobertura relacionada

Covid-19 lidera mortes por SRAG no Brasil em janeiro

Informativo de vigilância aponta 29 mortes por Covid-19 em janeiro e alta de SRAG com grande parcela sem vírus identificado; idosos concentram óbitos. Fonte em Foco

Anvisa atualiza regras para vacinas contra covid

Vacinas deverão mirar variantes recentes do coronavírus em circulação...

Primeira vacina marcou esperança e expôs atrasos no Brasil

Há cinco anos, o Brasil começava a enxergar uma...

Vacinação contra a covid cai e mantém risco elevado no Brasil

Cinco anos após o início da vacinação contra a...

DF abre vacinação contra gripe para todos neste sábado

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) vai...

DF amplia vacinação no fim de semana em 50 pontos de atendimento

O Distrito Federal amplia, neste fim de semana, a...
Publicidade

Entre as vacinas testadas no Brasil, uma das mais adiantas em termos científicos e burocráticos é a de Oxford. Com a assinatura da Medida Provisória (MP) que garante o dinheiro da encomenda do antivírus, o país vê mais próxima a possibilidade de imunização.

Segundo a presidente da Fiocruz, Nísia Trindande, os testes de fase 2 da vacina mostraram eficácia próxima de 100% quando aplicadas duas doses.

“A vacina encontra-se na fase 3 de testes, coordenada pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Tudo que temos acompanhado nos traz expectativas, especialmente porque os resultados da fase 2 de testes mostrou que a eficácia da vacina de Oxford é próxima de 100% com duas doses.”

Nísia diz que, apesar de não pode cravar uma data de quando a vacina estará disponível para a população, as primeiras remessas do medicamento chegam ao Brasil em dezembro e janeiro.

Bio-Manguinhos

O acordo da Fiocruz com Oxford garante o envio da encomenda tecnológica da vacina para o Brasil, o que dará ao país independência para a produção do medicamento. Para Nísia, um dos grandes legados do acordo será a melhoria da estrutura do laboratório da Fiocruz de Bio-Manguinhos.

“Vamos investir na Bio-Manguinhos para estar aptos a ter essa nova tecnologia de vacina. É uma plataforma de futuro que estamos incorporando ainda em desenvolvimento.”

Ela conta que a Fiocruz está discutindo a entrada de outros investidores para melhorias de Bio-Manguinhos. “Estamos em discussão para um apoio da iniciativa privada para fortalecer a estrutura do laboratório para termos um legado permanente.”

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade