Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeUso excessivo de telas pode afetar o desenvolvimento do seu filho

Uso excessivo de telas pode afetar o desenvolvimento do seu filho

Publicado em

Cobertura relacionada

Agências do Trabalhador abrem a semana com 747 vagas

Agências do Trabalhador têm 747 vagas nesta segunda-feira no DF. Há salários de até R$ 3,3 mil e oportunidades para diferentes perfis.

Segundo turno: veja como consultar seu local de votação

Cerca de 130 mil eleitores têm seções com endereço alterado no segundo turno. Veja como conferir zona, seção e local antes de votar.

Pressão alta atinge 28,3% dos jovens avaliados

Pesquisa avaliou 6.092 estudantes e encontrou pressão elevada, excesso de peso e baixa atividade física entre crianças e adolescentes.

Justiça encerra recuperação judicial da Americanas

Justiça encerrou a recuperação judicial da Americanas após quase quatro anos. Decisão não extingue obrigações futuras nem disputas de credores.

TSE dá 24 horas para Meta provar isonomia eleitoral

TSE exige que Meta detalhe em 24 horas medidas adotadas para garantir isonomia entre Lula e Flávio na reta final do segundo turno.

Paralisação pode suspender aulas na rede pública do DF

Professores do DF fazem paralisação nesta quarta. Na sexta-feira (21/10), as aulas da rede pública estarão suspensas para preparação do segundo turno.
Publicidade

Com as crianças cada vez mais conectadas a mídias sociais e expostas desde cedo a computadores, celulares e tablets, especialistas já demonstram preocupação com as consequências do uso exacerbado de dispositivos digitais, principalmente na primeira infância.

“Essa realidade expõe as crianças a uma série de problemas de desenvolvimento cognitivo e emocional”, afirma Filipe Colombini, psicólogo, orientador parental e fundador da Equipe AT. “Já existem pesquisas científicas que enxergam uma relação direta entre o uso excessivo de telas na infância e complicações na visão, dificuldades de processar informações e até déficits na capacidade de atenção”, conclui o especialista.

Isso acontece porque na infância, momento importante de desenvolvimento do corpo e do cérebro, o uso indiscriminado desses dispositivos pode fazer com que a criança não foque em outras atividades, prejudicando a imaginação e o desenvolvimento de habilidades sociais. “É importante que os pequenos tenham acesso a um repertório vasto de brincadeiras que os coloquem em contato com diferentes estímulos e situações, capazes de refinar aspectos motores e também, estimular a socialização”, diz o psicólogo.

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que, até os dois anos de idade, as crianças não devem ter acesso ao uso de telas a fim de evitar prejuízos para o desenvolvimento de habilidades sociais e de linguagem. Já entre dois e cinco, a recomendação é de no máximo uma hora de uso por dia, sempre com a supervisão de um adulto.

“Obviamente é muito difícil para os pais estabelecerem esses limites no mundo atual, porém, é importante que os adultos desenvolvam uma monitoria positiva, ou seja, supervisionem o uso de telas estabelecendo limites e deveres com afeto e cuidado, além de, caso necessário, procurar o apoio de um especialista”, aconselha Colombini. “A questão não é proibir o uso de celulares, tablets e afins, mas sim, oferecer aos filhos outras opções de atividades e lazer, diversificando os estímulos com os quais a criança tem contato”, conclui.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade