Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeUso excessivo de telas pode afetar o desenvolvimento do seu filho

Uso excessivo de telas pode afetar o desenvolvimento do seu filho

Publicado em

Cobertura relacionada

Falhas da Neoenergia afetam a população do DF

Neoenergia Brasília enfrenta relatos de falhas em boletos, leituras e faturas após atualização do sistema comercial no DF.

Desligamentos de energia atingem três regiões do DF

Pontos específicos de Águas Claras, Jardim Botânico e Samambaia têm desligamentos programados de energia nesta sexta-feira (21) para manutenção da rede elétrica.

Dino anula emendas de dirigentes sem mandato

Ministro do STF determina nulidade de emendas indicadas por presidentes de partidos sem mandato e ex-parlamentares.

Acolhimento de pessoas em situação de rua desafia o DF

Análise mostra avanços, limites e desafios das ações públicas e privadas de acolhimento a pessoas em situação de rua no DF.

DF registra 69 incêndios na vegetação em um dia

Distrito Federal teve 69 incêndios em vegetação neste domingo, em cenário de baixa umidade e risco elevado de propagação.

BRB decide hoje medidas judiciais contra ex-administradores

AGE do BRB decide se banco poderá acionar ex-administradores por prejuízos ligados ao Banco Master e à Operação Compliance Zero.
Publicidade

Com as crianças cada vez mais conectadas a mídias sociais e expostas desde cedo a computadores, celulares e tablets, especialistas já demonstram preocupação com as consequências do uso exacerbado de dispositivos digitais, principalmente na primeira infância.

“Essa realidade expõe as crianças a uma série de problemas de desenvolvimento cognitivo e emocional”, afirma Filipe Colombini, psicólogo, orientador parental e fundador da Equipe AT. “Já existem pesquisas científicas que enxergam uma relação direta entre o uso excessivo de telas na infância e complicações na visão, dificuldades de processar informações e até déficits na capacidade de atenção”, conclui o especialista.

Isso acontece porque na infância, momento importante de desenvolvimento do corpo e do cérebro, o uso indiscriminado desses dispositivos pode fazer com que a criança não foque em outras atividades, prejudicando a imaginação e o desenvolvimento de habilidades sociais. “É importante que os pequenos tenham acesso a um repertório vasto de brincadeiras que os coloquem em contato com diferentes estímulos e situações, capazes de refinar aspectos motores e também, estimular a socialização”, diz o psicólogo.

A recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que, até os dois anos de idade, as crianças não devem ter acesso ao uso de telas a fim de evitar prejuízos para o desenvolvimento de habilidades sociais e de linguagem. Já entre dois e cinco, a recomendação é de no máximo uma hora de uso por dia, sempre com a supervisão de um adulto.

“Obviamente é muito difícil para os pais estabelecerem esses limites no mundo atual, porém, é importante que os adultos desenvolvam uma monitoria positiva, ou seja, supervisionem o uso de telas estabelecendo limites e deveres com afeto e cuidado, além de, caso necessário, procurar o apoio de um especialista”, aconselha Colombini. “A questão não é proibir o uso de celulares, tablets e afins, mas sim, oferecer aos filhos outras opções de atividades e lazer, diversificando os estímulos com os quais a criança tem contato”, conclui.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade