back to top
24 C
Brasilia
quarta-feira, 10 junho 2026, 20:25
Publicidade
Publicidade
InícioBrasíliaCobertura vacinal do calendário infantil segue abaixo da meta no DF

Cobertura vacinal do calendário infantil segue abaixo da meta no DF

Publicado em

Cobertura relacionada

Extrapolar no consumo de açúcar pode causar perda de audição e levar à surdez

De acordo com pesquisa realizada pela médica Sharon Curhan...

Auxílio Emergencial 2021: Caixa libera saques para nascidos em janeiro

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas...

Auxílios do GDF garantem apoio financeiro a famílias vulneráveis

GDF concede auxílios para famílias em crise e vítimas...

GDF mira filas do SUS com R$ 58 milhões em exames

Saúde DF recebe nova etapa de programa para reduzir filas no SUS, com R$ 58 milhões e mais de 208 mil pacientes. Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília

Assinada ordem de serviço para construir o Túnel de Taguatinga

O governador Ibaneis Rocha assinou, nesta terça-feira (14), a...
Publicidade

Nos meses de janeiro a agosto de 2021, no Distrito Federal, a única vacina do calendário infantil a atingir a meta proposta pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) foi a BCG, imunizante que previne formas graves da tuberculose. Para as vacinas BCG e Rotavírus, a meta é de 90%. Para as demais é de 95%. De acordo com o boletim mais recente da Secretaria de Saúde, a cobertura da BCG ficou em 97,2% no período avaliado.

Em 2021, o processo de implantação da BCG nas maternidades públicas e Institutos de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (Iges-DF) foi concluído. Atualmente, o imunizante é oferecido nesses locais e na Casa de Parto de São Sebastião. “Por esse motivo, essa vacina atinge a meta de cobertura vacinal no DF, pois o acesso às crianças que nascem nesses serviços foi facilitado”, avalia a enfermeira da área de técnica de imunização da Secretaria de Saúde, Fernanda Ledes.

Alerta

A enfermeira define a situação atual como de alerta. “Cobertura vacinal abaixo da meta significa que existem muitas crianças que não estão vacinadas ou que começaram o esquema vacinal, mas não concluíram. Isso expõe não só as crianças, mas toda a coletividade, a doenças para as quais já existe prevenção por meio de vacinas”, ressalta.

Só a vacinação adequada de todo o público-alvo pode evitar que doenças como sarampo, difteria, poliomielite e outras voltem a circular. “Essas enfermidades circulam pelo país e pelo mundo e podem causar complicações e óbitos”, reforça Fernanda.

Cobertura vacinal

Em comparação com os meses de janeiro a agosto de 2020, só as vacinas BCG e tríplice viral registraram aumento na cobertura. Para as demais, o cenário é de queda na imunização do público-alvo. “A vacina tetra viral teve sua produção descontinuada pelo laboratório e a substituição é feita pela tríplice viral, o que explica o baixo índice registrado para a primeira e o aumento da cobertura pela segunda”, esclarece a enfermeira.

Ela analisa que o cenário da pandemia que fez com que muitas pessoas não procurassem as salas de vacinação e até mesmo o próprio desconhecimento por parte da população sobre a importância da vacinação podem explicar o cenário de queda na cobertura.

“É importante que a população busque as salas de vacinação para verificar se as doses estão em dia, guarde a caderneta de vacinação e fique sempre atenta às campanhas disponibilizadas pelo Ministério da Saúde”, indica Fernanda.

As vacinas estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Confira os locais de vacinação.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.