back to top
24 C
Brasilia
sexta-feira, 24 abril 2026, 06:09:06
Publicidade
Publicidade
InícioVida & DesenvolvimentoSaúdeCovid-19: Brasil anuncia a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac

Covid-19: Brasil anuncia a compra de 46 milhões de doses da CoronaVac

Publicado em:

Notícias relacionadas

Butantan vai produzir remédio oncológico para o SUS

Butantan e MSD firmam parceria para transferência de tecnologia do pembrolizumabe, hoje usado no SUS contra melanoma. © Rovena Rosa/Agência Brasil

SP confirma 12ª morte por metanol

São Paulo confirmou a 12ª morte por metanol em bebida adulterada. Estado tem 52 casos confirmados e apura quatro óbitos suspeitos.

Mutirão do INSS abre mais de 13 mil perícias neste fim de semana

Perícia INSS terá mutirão em 11 e 12 de abril com quase 13 mil atendimentos em 12 estados. Veja como agendar e antecipar. © Tomaz Silva/Agência Brasil

Padilha defende freio na publicidade das bets

Bets no Brasil entram na mira de Padilha, que defende restrição à publicidade e mais fiscalização sobre apostas online. Tomaz Silva/Agência Brasil

Estudo alerta para alto risco de suicídio entre jovens no Brasil

Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) acende um...
Publicidade

Após reunião virtual com governadores, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, assinou um protocolo de intenções para adquirir 46 milhões de doses da vacina contra a Covid-19, CoronaVac, que está sendo desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Segundo o Ministério da Saúde, esta ação é mais um passo na estratégia de ampliar a oferta de vacinação para os brasileiros. O ministério já tem acordo com a AstraZeneca/Oxford, que prevê 100 milhões de doses da vacina, e outro acordo com a iniciativa Covax, da Organização Mundial da Saúde, com mais 40 milhões de doses.

Somadas, as três vacinas – AstraZeneca, Covax e Sinovac-Butantan – representam 186 milhões de doses, a serem disponibilizadas ainda no primeiro semestre de 2021.

Segundo Pazuello, as doses serão distribuídas em todo o Brasil por meio do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

“Temos a expertise de todos os processos que envolvem esta logística, conquistada ao longo de 47 anos de PNI. As vacinas vão chegar aos brasileiros de todos os estados”, disse o ministro.

Segundo o Ministério, o processo de aquisição ocorrerá após o imunizante ser aprovado e obter o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A expectativa do Ministério da Saúde é que a vacinação possa ser iniciada já em janeiro de 2021. Mas alerta que isso vai depender dos resultados da Fase 3 das vacinas, que testa eficácia, e de liberação da Anvisa.

Segundo o ministério, o primeiro grupo a ser imunizado serão os profissionais da saúde e pessoas do grupo de risco para a Covid-19. A vacinação, segundo o órgão, não será obrigatória.

Testes

A CoronaVac já está na Fase 3 de testes em humanos. Ao todo, os testes com a CoronaVac – que tiveram início no Brasil em julho – serão realizados em 13 mil voluntários.

Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, ou seja, comprove que ela realmente protege contra o novo coronavírus, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil. A CoronaVac prevê a administração de duas doses por pessoa.

Na segunda-feira (19), o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, anunciou que a CoronaVac é uma vacina segura, ou seja, ela não apresenta efeitos colaterais graves. Ele também disse que os resultados de eficácia ainda não foram finalizados, mas que ele espera que isso seja possível de acontecer até dezembro deste ano.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.