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Médica alerta para maior risco de trombose ocorrer em mulheres

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O Dia Mundial de Conscientização e Combate à Trombose, 13 de outubro, é uma data oficialmente designada pela Sociedade Internacional de Trombose e Hemostasia. O propósito deste dia é ampliar a conscientização sobre os perigos da trombose e promover medidas de prevenção. A Dra. Venina Viana, presidente da Comissão de Tromboembolismo Venoso e Hemorragia na Mulher da Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), destaca que as mulheres têm maior risco de trombose do que os homens, no período que se inicia com a primeira menstruação até a menopausa. Contudo, após os 60 anos, homens e mulheres têm uma incidência igual.

A trombose é uma condição que pode afetar principalmente as veias das pernas (conhecida como Trombose Venosa Profunda) e os pulmões (sob a forma de embolia pulmonar). De acordo com um estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV), durante o período de janeiro de 2012 a maio de 2022, mais de 425 mil cidadãos brasileiros precisaram ser hospitalizados para tratar tromboses venosas. O estudo revela que, em média, 113 indivíduos são admitidos diariamente nos hospitais da rede pública para receber tratamento para essa condição preocupante.

“A prevenção da trombose envolve cuidados ao longo de toda a vida. A melhor forma de prevenir a doença é manter um peso saudável, praticar atividade física regular e manter-se hidratado. Além disso, é importante consultar o médico antes de iniciar o uso de pílulas anticoncepcionais, escolhendo a opção mais adequada de acordo com idade e situação clínica”, explica a especialista.

Sintomas

Os principais sintomas da trombose são dores, inchaço e vermelhidão nas pernas, sendo que algumas pacientes podem apresentar apenas inchaço e dor, sem vermelhidão. É válido lembrar também que sempre é importante dar atenção ao risco de trombose quando for ao hospital ou ficar hospitalizado. Portanto, é importante procurar atendimento médico diante de qualquer dor atípica na perna.

“Cabe ao profissional que lida com a saúde da mulher, lembrá-la que o uso de hormônios femininos, como anticoncepcionais ou reposições hormonais orais, podem representar um fator de risco para a incidência de trombose, mas este diagnóstico é feito caso a caso. Durante a gravidez e logo após o parto, é fundamental avaliar o risco de trombose com o obstetra. O tratamento é bastante eficaz e consiste em medicamentos ou anticoagulantes. O medicamento a ser utilizado vai depender de cada situação”, conclui Dra. Venin.

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