back to top
24 C
Brasilia
sábado, 13 junho 2026, 12:40
Publicidade
Publicidade
InícioBrasilPolícia encontra mensagens com ameaças a ministros do Supremo

Polícia encontra mensagens com ameaças a ministros do Supremo

Publicado em

Reportagem:
André Richter

Cobertura relacionada

Auxílio Emergencial 2021: Caixa libera saques para nascidos em janeiro

Trabalhadores informais e inscritos no Cadastro Único para Programas...

CBF anuncia Carlo Ancelotti como novo técnico da Seleção Brasileira

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) anunciou na manhã...

Hugo Motta propõe reforma global de organismos multilaterais em encontro do BRICS

Durante o 11º Fórum Parlamentar do BRICS, o presidente...

CLDF aprova incorporação de gratificações ao salário dos professores

A Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, na...
Publicidade

A Polícia Federal (PF) informou nesta segunda-feira (17) que encontrou mensagens com ofensas e ameaças aos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na internet. O conteúdo dos diálogos está mantido em sigilo e foi obtido por meio de monitoramento de rotina, realizado nas últimas semanas na Deepweb, sites com conteúdos ilegais e anônimos da internet.

Segundo a PF, as mensagens se tratam de ameaças genéricas e não indicam indícios do planejamento de qualquer tipo de atentado contra o STF. As investigações continuam para identificar as pessoas envolvidas no caso.

A PF também informou que todas as informações obtidas foram enviadas ao ministro do Supremo Alexandre de Moraes, relator de um inquérito aberto pelo presidente da Corte, Dias Toffoli, no ano passado, para apurar ameaças aos ministros pela internet.

Em março de 2019, Toffoli determinou a abertura de um inquérito para apurar notícias falsas (fake news) que tenham a Corte como alvo.

A medida foi tomada “considerando a existência de notícias fraudulentas, conhecidas como fake news, denunciações caluniosas, ameaças e infrações revestidas de ânimos caluniantes, difamantes e injuriantes, que atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal (STF), de seus membros e familiares.”

Na ocasião, a medida foi contestada pela então procuradora-geral da República, Raquel Dodge. Para a ex-procuradora, caberia ao Ministério Público realizar tais investigações e não ao Judiciário.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade