back to top
24 C
Brasilia
sábado, 27 junho 2026, 19:37
Publicidade
Publicidade
InícioBrasíliaSaúde DFHSol adota sistema sem papel e rastreia medicamentos

HSol adota sistema sem papel e rastreia medicamentos

Publicado em

Reportagem:
Repórter: Jeferson Nunes

Cobertura relacionada

Pé diabético pode evoluir sem dor e levar à amputação

Pé diabético pode começar com ressecamento e perda de sensibilidade. Entenda os sinais, os riscos de amputação.

Rede de Cras atende 205 mil famílias no Distrito Federal

Cras do DF atenderam 205 mil famílias em 2025, enquanto a procura por serviços sociais cresceu. Veja como funciona.

Opera DF chega a 5 mil cirurgias e Hran recebe obras

Opera DF já realizou 5 mil cirurgias, enquanto o Hran recebe R$ 2,2 milhões em obras. Veja os avanços e o que ainda precisa ser medido.

Vacina pneumo 20 chega ao SUS com proteção ampliada

Vacina pneumo 20 amplia a proteção infantil no SUS e muda o esquema de transição. Veja quem deve receber as doses.

GDF lança novo edital para bloco de doenças raras

Novo edital prevê bloco de doenças raras no Hospital de Apoio, com consultas, laboratórios e infusão. Entenda o estágio da obra no DF.

Ovos do Aedes resistem à seca e mantêm alerta no DF

Mesmo no período seco, ovos do Aedes podem sobreviver por até 400 dias. Saiba como eliminar criadouros e reduzir o risco de dengue no DF.
Publicidade

Novo sistema no HSol reduz erros e acelera dispensação

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) implantou um sistema eletrônico no Hospital Cidade do Sol (HSol) para ampliar a rastreabilidade de medicamentos, reduzir o uso de papel e reforçar a segurança do paciente. A medida moderniza a rotina das equipes e amplia o controle de insumos adquiridos com recursos públicos.

Na operação diária, a tecnologia funciona com um dispositivo portátil conhecido como PALM, usado para leitura de códigos de barras em embalagens de medicamentos e materiais. Os códigos são gerados durante a unitarização, prática já adotada nas unidades geridas pelo IgesDF, que identifica cada item de forma individual e registra as informações no sistema.

Como o PALM muda o fluxo da farmácia

Antes da implantação, a conferência era manual, com registros em papel e checagens mais demoradas. Com a automatização, a leitura dos códigos substitui anotações e elimina impressões, o que torna o processo mais rápido e padronizado.

Segundo a superintendente de Administração e Logística do IgesDF, Barbara Santos, o modelo automatiza a leitura de medicamentos, soros e seringas e reduz riscos, com a meta de garantir que o paciente receba exatamente o que foi prescrito.

Segurança do paciente e barreiras contra divergências

Um dos pontos centrais do sistema é atuar como barreira de segurança. Quando há divergência entre o item separado e o prescrito, um alerta é emitido automaticamente, segundo o farmacêutico responsável técnico do HSol, Misael Silva da Silveira.

Ele afirma que o fluxo também viabiliza a validação de um “kit” individual por paciente, com dados como nome, leito e data de nascimento, além de registro digital do processo de dispensação.

Economia de papel e impacto na gestão pública

Além do aspecto assistencial, a mudança mira a gestão de recursos. A estimativa apresentada pelo IgesDF é de economia diária de cerca de mil folhas de papel A4, com redução de custos e impacto ambiental. Para a instituição, o fluxo sem papel também fortalece governança e transparência.

Ganho de tempo para as equipes

Outro efeito reportado é a redução do tempo gasto na checagem e separação dos medicamentos. A etapa, que ocorria quatro vezes ao dia e levava entre uma hora e uma hora e meia, passou a ser concluída em cerca de 30 minutos, segundo o relato técnico da unidade.

A farmacêutica hospitalar Carolinny da Silva Dantas descreve que as prescrições são filtradas por horário dentro do sistema e a preparação é feita por turno, sem impressão, o que organiza o trabalho e reduz etapas manuais.

Expansão para outras unidades do DF

O projeto foi desenvolvido dentro do HSol, apontado pelo IgesDF como hospital modelo, e a proposta é expandir o sistema. A tecnologia começa a ser implantada no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e, na sequência, deve chegar às UPAs e ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF).

Para a gerente do HSol, Julia Gurgel, a automatização reduz riscos de erro, otimiza o tempo das equipes e amplia a rastreabilidade, com reflexo direto na qualidade do atendimento.

PENDÊNCIAS DE APURAÇÃO (PARA PUBLICAÇÃO COM RIGOR MÁXIMO)
Faltam, para robustez documental, números detalhados de custo evitado (papel e insumos), relatório de implementação (data, versão do sistema, fornecedor, se houver), indicadores de erro antes/depois e cronograma oficial de expansão para HRSM, UPAs e HBDF.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.