Publicidade
InícioBrasilJustiçaBarroso defende políticas afirmativas em sua despedida do CNJ

Barroso defende políticas afirmativas em sua despedida do CNJ

Publicado em

Reportagem:
Reporter: Marta Borges

Cobertura relacionada

Ministra Cármen Lúcia pede desculpas ao país

Crise no STF tem sessão suspensa após vista de Dino, com debate sobre nulidade, relatoria, julgamento de Moraes e pedido de desculpas da Ministra Cármen Lúcia.

PGR vê falta de elementos para afastar diretor da PF

Parecer da PGR ao STF contesta afastamento da cúpula da PF e aponta falta de evidências individualizadas.

A relação entre André Mendonça e Daniel Vorcaro

Ministro André Mendonça confirmou encontro com Daniel Vorcaro antes de assumir a relatoria do caso Master e nega favorecimento.

Fé sob ataque no Brasil

STF manda PF investigar ataques a símbolos religiosos, enquanto dados do Disque 100 mostram avanço das denúncias.

Dino expõe mapa de emendas e empresas no caso Dark Horse

Dark Horse entra no centro de decisão de Dino sobre emendas, empresas e suspeita de circulação de dinheiro público.

PF vê elo entre Banco Master, Flávio Bolsonaro e filme Dark Horse

Dark Horse é alvo de nova frente da PF com mensagens entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, remessas ao exterior e documentos pedidos.
Publicidade

O ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), defendeu nesta terça-feira (24) a importância de políticas afirmativas no Poder Judiciário. A declaração foi feita em sua última sessão à frente do CNJ, cargo que passará a ser ocupado pelo ministro Edson Fachin na próxima semana.

Ao apresentar um balanço de sua gestão, Barroso comentou dados da pesquisa Justiça em Números. O levantamento revela uma representação desproporcional de pessoas negras no Judiciário, que compõem apenas 14,3% do quadro de magistrados, embora representem cerca de 50% da população brasileira. Em relação aos servidores, a proporção de negros é um pouco maior, de 33,7%.

Custo e representatividade

Barroso ressaltou que as despesas do Poder Judiciário totalizaram R$ 146,5 bilhões em 2024, o equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB). No entanto, o ministro argumentou que o custo é justificado, pois o Judiciário “presta um serviço valioso” ao garantir o acesso à Justiça em quase todos os municípios do país.

A pesquisa também apontou que as receitas com taxas e multas, que somaram R$ 79 bilhões, cobrem 54% das despesas totais.

Além das políticas afirmativas para pessoas negras, Barroso destacou a necessidade de iniciativas para aumentar a representatividade de pessoas com deficiência e indígenas na magistratura.

Newsletter

- Assine nossa newsletter

- Receba nossas principais notícias

Publicidade
Publicidade

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.