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Cirmed diz que crime de sócio foi fato pessoal isolado

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Reportagem:
Repórter: Marta Borges

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A Cirmed, empresa ligada ao médico Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, afirmou que o episódio que resultou na morte de dois médicos em Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo, ocorreu em “âmbito estritamente pessoal” e não tem relação com as atividades institucionais da companhia. O posicionamento foi divulgado em nota oficial nas redes sociais da empresa.

Segundo o comunicado, os fatos atribuídos ao sócio “não correspondem aos valores e princípios da instituição” e não se confundem com suas atividades assistenciais, operacionais, contratuais ou rotinas internas. A empresa também garantiu que não haverá prejuízo à continuidade dos serviços essenciais, nem às obrigações legais e regulatórias.

Nota pública e distanciamento institucional

No texto, a diretoria da Cirmed reforça o compromisso com governança, ética, transparência e respeito às leis e às instituições. A empresa afirma ainda que acompanha o caso com cautela e pede atenção diante de “interpretações distorcidas” e da circulação de informações não oficiais.

“A empresa esclarece que o ocorrido não corresponde aos valores e princípios da instituição. Os fatos pessoais e isolados do sócio não se confundem com suas atividades institucionais”, diz um trecho da nota assinada pela Diretoria da Cirmed.

O crime e a investigação

Os médicos Luís Roberto Pellegrini Gomes, de 43 anos, e Vinicius dos Santos Oliveira, de 35, morreram após serem baleados durante um desentendimento ocorrido na noite de sexta-feira (16). A confusão começou dentro de um restaurante na Avenida Copacabana, no bairro Alphaville Plus, e continuou do lado de fora do estabelecimento.

Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, de 44 anos, foi preso em flagrante e teve a prisão convertida em preventiva. O caso foi registrado como homicídio pela Delegacia de Barueri, que segue responsável pelas investigações.

Continuidade dos serviços

No encerramento do comunicado, a Cirmed reiterou que seguirá funcionando normalmente, mantendo seus serviços de saúde e o cumprimento de contratos e normas regulatórias. A empresa reforçou ainda o respeito a médicos, pacientes, colaboradores e à sociedade.

Enquanto a investigação avança na esfera criminal, a manifestação pública da empresa busca delimitar responsabilidades e preservar a separação entre os atos individuais do sócio e a atuação institucional da companhia.

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