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quarta-feira, 3 junho 2026, 23:12
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InícioBrasilPolíticaPlano da Aena leva R$ 5,7 bi a 11 aeroportos do país

Plano da Aena leva R$ 5,7 bi a 11 aeroportos do país

Publicado em

Reportagem:
Repórter: Marta Borges

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Congonhas puxa pacote e mira salto para 40 milhões de passageiros

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, celebrou nesta quarta-feira (11) o anúncio de R$ 5,7 bilhões para ampliar e modernizar 11 aeroportos administrados pela Aena. O maior volume vai para Congonhas (SP), com R$ 2,6 bilhões. (Agência Brasil)

O governo enquadra o plano no Novo PAC e afirma que o bloco, hoje na casa de 29 milhões de passageiros/ano, pode chegar a mais de 40 milhões após as obras, além de gerar cerca de 2,8 mil empregos durante a execução. É o tipo de investimento que melhora a vida real de quem viaja: menos aperto, mais fluxo e, com sorte, menos “fila eterna” disfarçada de embarque. (Serviços e Informações do Brasil)

Investimento Aena: quais aeroportos entram no pacote

O plano inclui Congonhas (SP) e aeroportos em MS, PA e MG: Campo Grande, Ponta Porã e Corumbá; Santarém, Marabá, Carajás e Altamira; Uberlândia, Uberaba e Montes Claros. (Agência Brasil)

A leitura do Planalto é que a modernização reforça a integração entre capitais e interior, com foco em capacidade operacional, tecnologia, segurança e sustentabilidade. (Serviços e Informações do Brasil)

O que muda em Congonhas

Em Congonhas, o projeto prevê novo terminal de passageiros, com expansão de 40 mil m² para 135 mil m², além de ampliação do pátio e aumento das pontes de embarque (de 12 para 19), com expansão da área comercial. (Agência Brasil)

Aqui está o ponto: Congonhas é gargalo e vitrine. Se a obra andar no ritmo certo, a melhora aparece no relógio do passageiro, não só no discurso do púlpito.

De onde vem o dinheiro e por que isso importa

Do total, R$ 4,64 bilhões terão apoio do BNDES, e o governo fala em alavancar R$ 9,2 bilhões quando soma outras frentes e contratos. (Agência BNDES de Notícias)

Na prática, é um teste de gestão: o anúncio é grande, mas o que sustenta o “histórico” é cronograma cumprido, obra entregue e operação mais eficiente.

Links relacionados:
Plano no Planalto (gov.br)
Nota do Ministério de Portos e Aeroportos (gov.br)
Detalhes do apoio do BNDES (agenciadenoticias.bndes.gov.br)

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