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IPEDF consolida ciclo de estudos estratégicos

Publicado em:

Repórter: Jeferson Nunes

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Ao longo de 2025, o Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) fechou um ciclo consistente de entregas estratégicas ao Governo do Distrito Federal (GDF), ampliando estudos, atualizando indicadores e criando ferramentas voltadas ao apoio direto da gestão pública. Na prática, trata-se de um pacote de informações que ajuda o poder público a decidir com menos achismo e mais evidência — algo sempre bem-vindo.

O ano começou com o lançamento da nova Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A), levantamento bianual que traça um panorama detalhado das características sociodemográficas da população do DF, servindo como base para políticas públicas em áreas como trabalho, renda, educação e moradia.

Na mesma linha de inovação, o IPEDF apresentou o Painel Interativo de Políticas Sociais (PIPS-DF), ferramenta que organiza informações normativas e programáticas desde a década de 1970. O painel permite acompanhar a evolução das políticas sociais no Distrito Federal e oferece um retrato histórico que, até então, estava pulverizado em diferentes bases.

Estudos sociais, meio ambiente e gestão pública

Entre os levantamentos temáticos, o instituto concluiu o Diagnóstico sobre novos restaurantes comunitários, que analisou o perfil dos usuários e suas dinâmicas de acesso aos equipamentos públicos de segurança alimentar. Outro estudo de impacto foi o levantamento sobre o perfil dos apostadores, que examinou motivações e possíveis efeitos do hábito dos jogos de azar na população do DF.

Em parceria com a Secretaria da Mulher e a Vice-Governadoria, o IPEDF realizou o Panorama da Violência contra a Mulher, ouvindo cerca de cinco mil pessoas nas 35 regiões administrativas. O estudo oferece dados fundamentais para o desenho de políticas de prevenção e proteção. Paralelamente, teve início um estudo inédito sobre o cenário religioso e as práticas de fé no Distrito Federal, ampliando a compreensão sobre dinâmicas culturais e sociais pouco exploradas em pesquisas oficiais.

Na agenda ambiental, o destaque foi a divulgação do Índice de Sustentabilidade Ambiental Urbana (ISU-DF), que avaliou as regiões administrativas com base em nove indicadores ambientais. O instituto também avançou na implementação da Calculadora Verde, com plano de ação, projeto-piloto e capacitação de equipes para mensurar emissões de gases de efeito estufa em projetos governamentais.

Censo imobiliário e dados econômicos

Entre as iniciativas inéditas, chama atenção o Censo Imobiliário do Distrito Federal, realizado em convênio com a Secretaria de Economia (Seec-DF). O levantamento reuniu informações cadastrais e documentais sobre imóveis públicos, fortalecendo a gestão patrimonial do GDF. Outro produto novo foi o Formulário para Protetores de Animais, que mapeou demandas de entidades e subsidiou ações da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF).

O IPEDF também manteve uma produção contínua de indicadores econômicos, com publicações como o Boletim de Conjuntura Econômica, Índices de Preços, PIB do DF, dados de Comércio Exterior e boletins da Pesquisa de Emprego e Desemprego. Esses materiais trouxeram análises específicas sobre jovens, idosos, trabalhadores negros e territórios, ampliando o olhar sobre desigualdades estruturais.

Além disso, o instituto conduziu o 2º Censo Distrital da População em Situação de Rua e lançou novos volumes da série Retratos do Distrito Federal, dedicados a crianças e adolescentes, população LGBTQIA+, pessoas com deficiência e mulheres.

Base sólida para 2026

Para 2026, o IPEDF já projeta a entrega de novas pesquisas e estudos inovadores, ampliando ainda mais a base de dados sobre o Distrito Federal e sua relação com o Entorno. O conjunto de dados científicos, estatísticas e evidências produzidas ao longo de 2025 consolida o instituto como peça-chave na leitura da realidade da capital. Em tempos de decisões complexas, informação de qualidade continua sendo o melhor antídoto contra o improviso.

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